Fuga do inferno!
Presídio de Mongaguá tem quase 2.800 vivendo num espaço projetado para 1.640. População carcerária de conjunto é um dos mais expressivos grupos de risco na pandemia viral
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
presos
Horripilantes em condições normais, manter pessoas nos presídios é condená-las à morte. Reprodução |

Pelo menos 1.356 prisioneiros fugiram das penitenciárias de São Paulo na noite do dia 16 de março, em rebeliões que se espalham por 15 presídios no estado. A população carcerária constitui um segmento social com forte propensão ao contágio e disseminação do coronavírus, dadas as condições desumanas a que estão submetidos. Ainda na tarde desta segunda, 16, os detentos receberam a informação de que não poderiam deixar o cárcere, mesmo com o altíssimo risco a que estão submetidos permanecendo nessas sucursais do inferno que são as cadeias brasileiras.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, a PM havia capturado 41 pessoas foram capturadas e reconduzidas ao presídio Dr. Rubens Aleixo Sendin, que tem capacidade para 1.640 ‘presos mas abriga quase 2.800. No começo de março, em função do surto de contágio no Irã, o governo do dito “eixo do mal” tirou do cárcere mais de 70 mil presos para evitar a propagação do coronavírus entre essa parcela da população.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas