Presidente do Itaú BBA acha que o fim da Previdência irá “estimular a confiança” do povo brasileiro

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Da redação – O diretor-geral de Atacado do Itaú Unibanco, Caio Ibrahim, escolhido para presidir o Itaú BBA no ano que vem, declarou em conversa com a imprensa, nesta tarde de segunda-feira, 17, que a reforma da Previdência é o que está faltando para estimular a confiança do povo brasileiro.

De fato, temos que reconhecer que a classe trabalhadora não vê a hora de voltar quase cem anos em suas conquistas. E mais, diria que a classe que tudo produz, não vê a hora de voltar a trabalhar até morrer sem nunca se aposentar. Só um completo ignorante para acreditar em tais asneiras.

“Novo governo assume com economia melhor, juros e inflação baixos, mas a necessidade de ajuste fiscal permanece e deve ser endereçada para que os investimentos e o País possam crescer mais. […] O final do ano está bastante bom. A economia está ajustada, mas falta o fiscal”, disse o lobista.

Porém, não é realidade que a economia brasileira está melhorando, pois, o que vemos na economia mundial, desde a crise imobiliária de 2008 nos EUA, são picos negativos nas bolsas de valores.

O executivo mencionou a necessidade de aprovação da reforma da Previdência para que esse mercado, tanto do lado do crédito como no mercados renda fixa e variável, tenha mais tração. “Já há um amadurecimento da sociedade em relação à necessidade da reforma da Previdência. As pessoas entendem melhor a importância do tema hoje. A maturidade da reforma da Previdência na sociedade faz com que tenhamos expectativa mais positiva quanto à aprovação”, acrescentou ele.

Está claro que os banqueiros querem matar o povo de fome, acabar com o Ministério do Trabalho, destruir tudo que a classe operária conquistou em dezenas de anos de luta.

É impressionante o nível de ataque que os golpistas estão levando à cabo contra o povo brasileiro, contra a classe trabalhadora, para uma burguesia minoritária destruir todos os seus direitos, e agora, até mesmo roubar sua aposentadoria.

Para os capitalistas, é inimaginável um trabalhador ter “tantos direitos”. Um trabalhador que foi explorado a vida toda, que produziu tudo que a sociedade deveria gozar, ter cada vez mais direitos, ter direito de se aposentar, pois, para eles, deve ser o contrário: direito nenhum. A final, essas famílias que controlam o país vem de descendência escravocrata, oligárquica, e com o golpe, estão entregando o país para as famílias dos descendentes dos exploradores, das metrópoles, em mais um processo de colonização.

São inimigos do povo e assim devem ser tratados.