Presidente de Cuba: “as relações entre Cuba e a RPDC são históricas e baseadas no respeito mútuo”

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Da redação – Semana passada, o presidente Cubano, Díaz-Canel, viajou para a República Popular Democrática da Coreia (RPDC), conhecida como Coreia do Norte, para manter relações democráticas com o presidente norte-coreano, Kim Jong-Un. O presidente cubano tem demonstrado que, ao contrário do que esperavam o imperialismo e a burguesia norte-americana, ele não irá destruir o legado deixado pela revolução cubana e os irmãos Castro (Fidel e Raúl). Por isso, este diário irá reproduzir uma nota publicada no Gramna, órgão oficial do Partido Comunista Cubano, sobre a relação entre os dois países.

O segundo dia do presidente cubano na República Popular Democrática da Coreia (RPDC) começou com uma calorosa saudação ao povo norte-coreano em nome do general-de-exército Raúl Castro e de todos os cubanos.

A agenda de Miguel Díaz-Canel começou com um diálogo com o presidente do Presidium da Assembleia Popular Suprema, Kim Yong Nam. «As novas gerações de cubanos serão leais e fiéis às nossas relações históricas de fraternidade», expressou Díaz-Canel.

O líder cubano visitou a Universidade Kim Il Sung, a primeira da antiga Coreia do Norte, construída em 1946, após a independência. Diaz-Canel adiantou que Cuba e a RPDC, durante as conversações oficiais realizadas entre os dois presidentes no domingo passado, planejavam fazer uma projeção para estabelecer a cooperação em turismo, educação e saúde pública.

A RPDC despediu-se do líder cubano com um impressionante espetáculo de ginástica popular em massa, a celebração de Arirang, que atraiu repetidos aplausos entre os presentes pela a exibição das imagens dos líderes históricos de Cuba e da RPDC, Fidel Castro e Kim Il Sung, de Raúl Castro e Kim Jong Il, bem como de Díaz-Canel e Kim Jong-un.

Gramna – 06/11/2018
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