Frente ampla com genocidas
Iago Montalvão afirma, de sua própria cabeça, que estudantes querem o retorno às aulas presenciais.
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Presidente da UNE, Iago Montalvão | Foto: Reprodução

O presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Iago Montalvão, continua sua jornada de pelegagens e capitulações. Agora, resolveu afirmar à imprensa burguesa, que os estudantes são a favor do retorno às aulas, se feita de maneira segura.

Entretanto, isto não passa de uma grande falácia. Os estudantes, assim como os professores, os técnicos e toda classe trabalhadora, sabe que não há condições de retorno às aulas de maneira segura sem que haja a imunização, em massa, da população.

Montalvão coloca, mais uma vez, a suas palavras na boca dos estudantes. Tentando a legitimar sua política genocida em uma suposta opinião popular.

Cabe salientar que Iago Montalvão não faz uma política a favor dos estudantes, mas a favor de si mesmo. O atual presidente da UNE participou do movimento frente-amplista “Direitos Já”, com figuras golpistas como Fernando Henquide Cardoso e José Sarney, além de outros direitistas “pintados de vermelho” como Fernando Haddad, Guilherme Boulos e Ciro Gomes. Assim, fica claro que Montalvão fala em nome da direita, da burguesia e da esquerda capituladora, e não dos estudantes.

O atual dirigente máximo da UNE também fez críticas ao inimigo ministro da educação, Milton Ribeiro. Boa parte dessas críticas foram devido à falta de diálogo do ministro fascista com a comunidade acadêmica.

Estas críticas não passam de mero falatório. Até o mais ingênuo sabe que Milton Ribeiro e o restante da cúpula fascista não terão diálogo algum com a comunidade acadêmica ou quem quer que seja, pois este é o modo de agir da direita, especialmente dos fascistas.

E a coisa fica mais estranha ainda se observarmos que o próprio Iago Montalvão também não dialoga com a comunidade acadêmica. Fosse o contrário, nunca teria dito que os estudantes desejam retornar às aulas presenciais.

Iago Montalvão também criticou a não consulta ao Conselho Nacional de Educação (CNE). Todavia, este CNE é responsável por uma das maiores arbitrariedades na educação nos últimos anos, ao publicar a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), sem ampla discussão com a comunidade acadêmica, como faz os ministros da educação do governo fascista de Jair Bolsonaro.

Em resumo, o presidente da UNE faz uma retórica completamente vazia com o intuito de somente fazer parecer que “trabalha” pelos estudantes. Na verdade, Iago Montalvão, a UNE, e outros órgãos do movimento estudantil capitularam, desde o início da pandemia, diversas vezes, permitindo que os governos federal, estaduais e municipais atacassem a educação de forma voraz e destruidora.

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