Presença de atrizes da Globo revelam que #EleNão foi uma jogada do imperialismo

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“A verdade é dura: a Rede Globo apoiou a ditadura”. O jornal O Globo, fundado no Rio de Janeiro, foi um dos principais apoiadores do golpe militar de 1964. Enriquecidas pela ditadura, as Organizações Globo cresceram rapidamente nas décadas seguintes, se tornando o mais influente órgão de imprensa do Brasil e um dos principais representante do imperialismo no país.

Em 2016, a Globo teve um papel fundamental durante a derrubada de presidenta Dilma Rousseff. Convocando atos direitistas, propagando mentiras e calando seus funcionários, a Globo ajudou a direita a dar mais um golpe no Brasil.O apoio ao golpe, no entanto, não parou em 2016.

Globo foi a principal responsável pela perseguição política ao ex-presidente Lula, que culminou em sua prisão. O histórico da Globo deixa claro: a família Marinho é inimiga dos trabalhadores.

Apesar de a Globo ser reconhecidamente pró-imperialista, várias atrizes da emissora resolveram entrar de cabeça na campanha do #EleNão.Atrizes da globo como Leticia Sabatella, Nanda Costa e Bruna Linzmeyer participaram do ato supostamente combativo. O que houve, então? Teria a Globo se tornado, sem nenhuma razão esquerdista, apoiadora das mulheres?

É óbvio que Família Marinho não virou esquerdista, e a prova disso é que Lula continua sendo ferrenhamente perseguido pela Globo. Assim sendo, a única conclusão a que podemos chegar é que o #EleNão não é uma campanha da esquerda, mas sim uma campanha da direita para levar seu candidato ao segundo turno.