Preparando para privatizar: Banco do Brasil (DF) submete clientes a longas filas nos caixas eletrônicos

fila

Os ataques da direita golpista, com a redução drástica de trabalhadores do quadro funcional, e o fechamento de centenas de agências no País inteiro, piora exponencialmente o atendimento aos clientes e agrava o índice de adoecimento dos funcionários bancários do Banco do Brasil na Capital Federal.

Brasília é um dos Estados mais atingidos pelo maior número de agências fechadas no processo de reestruturação, em andamento, no Banco do Brasil.

Além disso, houve uma redução significativa do número de trabalhadores no quadro funcional da empresa, o que levou ao aumento de serviços para os da ativa, que agora, passaram a realizar o trabalho de dois ou mais funcionários.

A falta de pessoal e a diminuição do número de agências vêm ocasionando, na maioria das agências, a demora no atendimento, longas filas, etc., não só nos caixas eletrônicos, mas principalmente nos atendimentos personalizados, onde os clientes são obrigados a ficar mais de uma hora de esperando para serem atendidos. Nos caixas eletrônicos o sofrimento não deixa de ser pior, nas salas de autoatendimento são vários os terminais que não funcionam, sem abastecimento de numerários, falta de bobina para impressão, isso sem falar das filas gigantescas, que são uma constante nas agências.

Em mais um exemplo da consequência da política de sucateamento do Banco do Brasil pelo governo golpistas de Michel Temer e seus prepostos na diretoria do banco, a agência de São Sebastião, os clientes reclamam da demora no atendimento. Nos dias de pico, principalmente quando os trabalhadores recebem os seus salários, geralmente no começo do mês os clientes enfrentam longas filas. Conforme declaração de uma aposentada, conta que ao ir sacar a sua aposentadoria encontrou a agência superlotada, e reclama: “o banco estava muito cheio, esperei mais de uma hora pelo atendimento nos caixas eletrônicos, todos lotados. Pensei em até ligar para o Procon e denunciar a demora”.

O que está por trás da política de sucateamento das agências do BB é parte da estratégia da direita golpista de privatização das empresas estatais para entregar o patrimônio do povo brasileiro, que é o Banco do Brasil, nas mãos dos capitalistas e banqueiros nacionais e internacionais.

É necessário organizar, imediatamente, uma ampla mobilização contra todos os ataques desferidos pelos golpistas que tentam a qualquer custo atacar os trabalhadores e as empresas nacionais para beneficiar meia dúzia de parasitas.