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Agressão imperialista
Preparação para ofensiva imperialista: EUA expulsam diplomatas cubanos
Expulsão de diplomatas cubanos é pretexto para deflagrar a ofensiva militar contra Cuba e Venezuela
embaixador cubano
Agressão imperialista
Preparação para ofensiva imperialista: EUA expulsam diplomatas cubanos
Expulsão de diplomatas cubanos é pretexto para deflagrar a ofensiva militar contra Cuba e Venezuela
“Foto: Reprodução” – Bruno Rodriguez, Chanceler cubano
embaixador cubano
“Foto: Reprodução” – Bruno Rodriguez, Chanceler cubano

A escalada de provocações, ataques e agressões do imperialismo ianque aos povos oprimidos das Américas, particularmente aos países que não se submetem aos ditames dos EUA e sua política de rapina na região, alcançou mais alguns degraus, dessa vez dirigidas ao regime cubano.

Às vésperas de mais uma reunião de chefes de Estado e chanceleres mundiais na Organização das Nações Unidas (ONU), que se realiza na sede do organismo, em Nova York, dois diplomatas cubanos foram ameaçados de expulsão, sob o argumento risível e ridículo de estarem os dois atentando “contra a segurança nacional dos Estados Unidos” (TeleSur, 19/09).

O ataque do imperialismo aos diplomatas cubanos é, na verdade, mais uma etapa na longa e extensa campanha de calúnias dos EUA contra a ilha caribenha, iniciada em 1959 com a vitória dos revolucionários dirigidos por Fidel Castro, que expulsou o governo pró-imperialista de Fulgêncio Batista, instituindo o regime socialista em Cuba. As declarações contra os funcionários do governo cubano foram feitas pelo porta-voz do Departamento de Estado, Morgan Ortagus, embora o representante ianque não tenha apresentado – como sempre acontece – qualquer prova do envolvimento dos representantes cubanos em atividades que viesse a “ameaçar a segurança interna dos EUA”.

A intensificação dos ataques e da campanha de calúnias e agressões do imperialismo contra Cuba e Venezuela se insere na estratégia de pressão contra todos os povos latino-americanos, como parte da preparação de uma ofensiva militar dos EUA na região, que já vem há algum tempo sendo preparada pela polítrica de Washington contra os governos por eles (o imperialismo) considerados hostis e “ameaçadores aos interesses ianques na região”.

O que temos aqui neste episódio contra os diplomatas cubanos, na verdade, nada mais é do que o velho e ardil estratagema norte-americano, que busca criar pretextos – alguns muito caricatos e ridículos, como neste caso – para, através da força militar, impor a sua política de terra arrasada e espoliação aos povos oprimidos ao redor do mundo.