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Os “guardiões da moralidade pública” deram mais uma demonstração de que uma “canoa se faz com um número determinado de paus”. Em períodos de golpe, nada melhor que os “justiceiros da república” negarem o que os parlamentares eleitos pelo povo, bem ou mal, legislaram, se é que se tem algum sentido nisso, em prol de uma mínima suspeição sobre o processo de contagem de votos nas eleições brasileiras.

O problema é antigo, muito antigo, remonta ao Império no Brasil. Tivemos o voto de “cabresto”, onde morto votava pelo vivo, nos tempos modernos, tivemos o famoso “voto da Globo” nas eleições de 1982, com o caso Proconsult, uma tentativa de fraude nas eleições, para impedir a vitória do então candidato Leonel Brizola ao governo do Rio de Janeiro, e por aí vai.

Mais eis que os “sábios” ocidentais, e não por acaso o Brasil é o laboratório experimental, descobriram a panacéia do combate à fraude eleitoral a partir da instituição da urna eletrônica.

O que uma urna eletrônica se não um mero programa de computador, manipulável não apenas por aqueles que desenvolveram o sistema, mas sujeito a todo tipo ingerência, legal ou não,como concordam boa parte dos peritos especialistas no assunto?

Mais és que o nosso “probo” Congresso Nacional, em um momento de “fraqueza”, aprovou um mecanismo que possibilitasse uma averiguação da idoneidade do processo eleitoral com a instituição da impressão do voto de cada eleitor, para uma possível contestação posterior.

Pois os guardiões da moralidade pública, os arautos da moralidade pública, o bastião dos bons costumes, os mesmos que rasgaram a Constituição que dizem defender, se apressam em votar contra o voto impresso sob o argumento de que fere o “sigilo do voto” e ainda que se trata de uma “volta ao passado”.

Em épocas de golpe, tudo é permitido para quem dá o golpe. Vamos “controlar os números”, “vamos manipular os resultados” para não permitir a verdadeira dimensão do profundo repúdio popular ao jogo de cartas marcadas que os golpistas querem impor ao povo brasileiro.

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