Longas filas e horas de espera
A prefeitura de Salvador autorizou a abertura de shoppings e comércio de rua, mesmo com a contaminação longe de estar controlada, expondo milhares de trabalhadores
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Fila - Shopping da Bahia
Fila na entrada do Shopping da Bahia. | Foto por: reprodução/redes sociais.

A prefeitura de Salvador autorizou nesta sexta (24) a reabertura dos shoppings centers após cerca de 4 meses fechados, desde o início da disseminação da pandemia em março. A entrada dos shoppings e comércios tiveram longas filas (veja abaixo) e espera para entrar por horas por clientes.

O prefeito de Salvador, o golpista ACM Neto, anunciou nesta quinta (23) a reabertura dos shoppings e do comércio de rua, em ambientes limitados a 200m² e igrejas. O argumento foi de, segundo o protocolo estabelecido pela prefeitura, a taxa de leitos de internação haveria atingido um percentual aceitável de abaixo de 75%. Em coletiva afirmou ainda que “cedemos a apelos dos comerciantes e empresários, mas, se cada um não fizer sua parte, corre o risco de abrir e depois a taxa voltar a crescer, e se ela passar de 80%, tem que fechar de novo. Não quero nem pensar nisso. Confio no trabalho que fizemos até aqui”.

É preciso deixar claro que, primeiro o tal “isolamento social” sempre foi uma medida puramente demagógica, pois a maioria da classe trabalhadora continuou trabalhando e se expondo durante todo esse período, segundo que o retorno utilizando esse critério de internação não significa nada de concreto pois, somente seria possível medir o avanço ou um possível controle da proliferação do vírus com testes em massa, o que nunca aconteceu.

Ainda destacamos o cinismo do político direitista que joga a responsabilidade da disseminação do vírus nas pessoas, nos milhares de trabalhadores que são obrigados a pegar ônibus e metrô cheios todos os dias, que precisam se expor à contaminação de diversas formas no trabalho e no trajeto de ida e volta. Tudo isso seria de responsabilidade dos governantes, federal, estadual e municipal encontrar as soluções reais como testes em massa, garantia de rendimento à população para ficar em casa, proibição de demissões, distribuição de itens de higiene pessoal e para casa entre diversos outros.

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