Genocídio planejado
Prefeito Bruno Covas ao invés de investir na saúde para atender todos os infectados vai selecionar os “prioritários” nas UTIs
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Bruno Covas, faz jus ao sobrenome. Pandemia arrasa SP. Imagem: reprodução. |

Da redação – O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), definiu nesta terça (05) no decreto 59.396, a criação de um protocolo de “prioridade” para permitir que a Secretaria de Saúde escolha quem terá acesso aos leitos de internação ou não.

No seu artigo 14 o decreto define “A Secretaria Municipal da Saúde deverá elaborar e implantar, por portaria, protocolo para prioridade de utilização dos leitos públicos e privados de UTI quando a demanda por estes leitos for superior à sua disponibilidade, devendo ser baseado nas melhores normas internacionais e técnicas desta natureza.”

A medida, que pode parecer mera burocracia, é na verdade a abertura para que, a critérios subjetivos, a prefeitura escolha quem irá acessar as UTIs e os respiradores, equipamentos mais necessários durante a crise. A medida envolve leitos da rede pública e privada.

Na divulgação das medidas da normativa a prefeitura informou que negocia com a rede hospitalar privada o pagamento de diária de 2.100 reais por UTI com respirador.

O decreto define ainda a possibilidade de abrigo em hotéis e hospedarias fornecidas pelo órgão a moradores de rua e vítimas de violência doméstica, desde que comprovem a necessidade.

Pelo teor das disposições não é difícil prever qual público será priorizado. Contra mais esse ataque a população deve reivindicar atendimento universal para todas as pessoas e tratamento igualitário.

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