Mentindo para a população
Após recusar leitos de UTI para tratamento de COVID-19, prefeito de Itamaraju é acusado de esconder óbitos por coronavírus
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Omissão em morte, para "não queimar o filme" de prefeito | Foto: Reprodução

Após o velório e enterro de uma idosa com morte suspeita por complicações de COVID-19, ter sido realizado neste último final de semana (30 e 31), na cidade de Itamaraju (BA),s em nenhuma medida de precaução adotada, o prefeito de Itamaraju, Marcelo Angênica (PSDB), está sendo acusado de ter escondido informações sobre o óbito, temendo a má repercussão da notícia na região.

Segundo relato dos familiares, o velório teria ocorrido na igreja da região central de Itamaraju por quase dois dias, o caixão teria permanecido aberto e várias pessoas da cidade e região tiveram contato com o corpo da idosa, inclusive alguns familiares e amigos que já começaram a apresentar os sintomas da doença.

Na denúncia, consta que o prefeito tucano – Marcelo Angênica – teria pressionado a equipe para que fosse mantido em sigilo a informação de que o teste coletado da idosa teria sido enviado ao Lacen, inclusive este caso não aparecia nos boletins.

Os familiares não tinham conhecimento que o caso ainda estava sob investigação, e por isso acreditavam que ela tinha falecido com outra enfermidade, inclusive foram liberados para velar o corpo sem restrições, fato que reuniu inúmeras pessoas, pois a mesma era muito querida na comunidade local.

Os servidores de Itamaraju também denunciam que estão sendo obrigados a omitir informações e não realizar testes, sob ameaça de demissão. Fato que torna mais delicada, a situação de Marcelo Angênica e do seu Secretário de Saúde, Luiz Fábio Lopes, conhecido como “Fábio da Minas”.

Na denúncia, também consta mais um caso, onde a família de outro homem que faleceu também aguarda o resultado do exame do Lacen, totalizando 02 óbitos confirmados e um aguardando por confirmação.
Conclusão: Mais um assassino à frente de uma posição no executivo.

O genocida Marcelo Angênica no último mês de abril, recusou 20 leitos de UTIs para tratamento de covid-19, no principal hospital do município. A estrutura seria implantada pela Secretaria Estadual de Saúde, que acusa o prefeito de barrar técnicos da pasta que foram ao local. Seria esta recusa, uma disputa política com o governador petista?

Fato é, que o estado baiano conta mais de 18 mil infectados – até o presente momento – e é desta maneira que o tucano, direitista e assassino tem administrado o maior caos sanitário da história recente, na cidade onde foi eleito como prefeito.

É por essa razão, que existe a urgente necessidade da criação de conselhos populares em todas as regiões do país, para que o povo possa se organizar, para fiscalizar a administração pública, cobrar o que não é feito e denunciar crimes aberrantes como este.

Sem a ação direta e organizada da população, é impossível evitar o massacre com a crise sanitária e econômica e começamos a enfrentar.

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