Guerra econômica
Carestia vira novo capítulo da política de guerra movida pelo neoliberalismo contra a classe trabalhadora
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Para Guedes, carestia é bom sinal | Foto: Reprodução

A cada dia que passa, o arroz tem perdido cada vez mais espaço na mesa do povo brasileiro, uma vez que um dos itens mais básico de consumo para alimentação, obteve uma disparada record no preço, com um aumento de mais de 20%.

Ocorre que o arroz é só um dos vários itens de consumo básico de alimentação dos brasileiros, que também sofreu um desproporcional aumento, em relação a renda média do trabalhador. 

Para justificar esse aumento estratosférico, o ministro da economia e estelionatário, Paulo Guedes, em videoconferência com a Telecomunicações do Brasil na última terça-feira (15), mais uma vez revela a sua ojeriza à classe pobre e trabalhadora do país, afirmando que “Os mais pobres estão comprando, estão indo no supermercado, estão comprando material de construção. Então, na verdade, isso é um sinal de que eles estão melhorando a condição de vida”. E também garante que houve uma “enxurrada de dinheiro” paga a famílias de baixa renda durante a pandemia.

A “enxurrada de dinheiro” que Guedes se refere, são os R$600,00 do auxílio emergencial, valor que certamente, é bem menor do que a garrafa de vinho que esse psicopata bebe. Mas, ganhar R$600,00 é uma melhoria na condição de vida para a classe pobre, segundo a “brilhante” análise desse vendedor de pirâmides. 

E prosseguindo com a pauta do arroz, cada ministro tem a sua desculpa esfarrapada. 

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou na última segunda-feira (14) que se trata de um “problema pontual” a inflação do alimento. Gostaríamos de saber da Dnª Tereza Cristina, o que seria esse “problema pontual”, pois a mesma se limitou apenas a essa expressão. 

Já o ex-diretor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Sílvio Porto, afirma em uma entrevista para o Brasil de Fato, que o cultivo de arroz e feijão  perdeu 30% de sua área para a soja na última década para exemplificar o problema de abastecimento que estamos vivendo. 

Precisamos lembrar aqui, que não foi só o arroz que sofreu essa disparada no preço, mas vários outros produtos básicos de consumo como: 

Leite – 20%

Feijão – 30%

Tomate – 13%

Sem mencionar o óleo de soja, gás de cozinha, transporte e a gasolina, que também sofreram disparadas no preço em todo o país. 

Tudo isso é fruto de um governo que governa apenas para o agronegócio, priorizando o lucro com as exportações, atacando de forma brutal a agricultura familiar, que é responsável por 70% da produção de alimentos.

A realidade, é que o povo brasileiro tem sido brindado com as cascatas dessa equipe que hoje ocupa as pastas do executivo, para tentar justificar o que é injustificável, mais o desague de esgoto em seus ouvidos, com as repugnantes declarações de Guedes, que faz toda a questão de evidenciar o quanto esse desgoverno detesta a classe pobre e trabalhadora. 

Todo esse cenário só deixa claro o quanto a burguesia está disposta a roubar o povo, que tem gastado a metade de sua renda apenas para consumir alimentos básicos e, se as coisas permanecerem da mesma forma, sequer todo o salário será capaz de cobrir a despesa de alimentação. 

É preciso dar um basta nesse governo despachante dos interesses de banqueiros, latifundiários e transnacionais, para que a classe trabalhadora seja a detentora dos meios de produção. 

A luta do povo deve ser pela derrubada desses parasitas e por um governo dos trabalhadores.

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