Uma situação catastrófica
Segundo o estudo, se tomarmos como base a cesta mais cara (no caso, Florianópolis R$ 582,40), o salário mínimo necessário para adquirir os produtos deveria ter sido de R$ 4.892,75.
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Alimentos da cesta básica | Reprodução

De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em setembro, os preços da cesta básica, ou seja, dos alimentos básicos, necessários para as refeições de uma pessoa adulta durante 1 mês, tiveram aumento substancial nas 17 capitais brasileiras pesquisadas.

Florianópolis foi a capital com maior acréscimo (9,80%), seguida por Salvador (9,70%) e Aracaju (7,13%). No centro econômico do país, São Paulo, houve uma elevação de 4,33%, chegando a custar R$ 563,35, em comparação com agosto. Não obstante, o preço da cesta básica subiu 18,89% em 12 meses. Segundo o estudo, se tomarmos como base a cesta mais cara (no caso, Florianópolis R$ 582,40), o salário mínimo necessário para adquirir os produtos deveria ter sido de R$ 4.892,75, longe da miséria paga à população (R$ 1.045,00), o que corresponde a 4,68 vezes o mínimo vigente.

Não é difícil imaginar no que pode resultar esses aumentos. Aumento no preço dos alimentos e alta taxa de desemprego são combustíveis fundamentais para uma explosão social. Esse, portanto, é o legado do golpe de 2016.

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