PR: professores aprovam greve geral contra a reforma de Bolsonaro e em apoio a Lula

Profs do PR aprovam greve geral da Educação contra Bolsonaro e a participação na jornada pela liberdade de Lula b

Da redação – No último sábado (23) em Curitiba, ocorreu a assembleia do maior sindicato do estado: a APP – Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná. Aproximadamente 500 professores, de todas as regiões do estado, participaram.

Os companheiros da corrente sindical Educadores em Luta, do PCO (Partido da Causa Operária), participaram levando as reivindicações de fora Bolsonaro e todos os golpistas, liberdade para Lula e não à reforma da previdência.

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A assembleia demonstrou um aspecto importante do desenvolvimento da luta dos professores: a compreensão de que para o sucesso no avanço de pautas específicas da categoria (reivindicações econômicas) depende da luta geral dos trabalhadores (reivindicações políticas). Portanto, que é preciso ter uma unidade nacional contra todos os governos (federal, estaduais e municipais). Foi neste sentido que a categoria aprovou a greve geral da Educação (que será entre os dias 22 a 26/04) e o apoio à jornada pela liberdade de Lula (7 a 10/04).

Veja o Calendário de Ações e Mobilizações aprovado na assembleia de 23/03:

24 de março – Pedalada da CUT pelo fim da violência contra as mulheres e em homenagem à professora Lirani Franco.

Em defesa da Previdência:

  • Participar da greve nacional da Educação, convocada pela CUT e CNTE;
  • Dia 29 de abril – paralisação contra reforma da previdência, pela data-base, jornada de trabalho e pauta da campanha salarial (a data será alterada caso a CUT ou CNTE convoquem greve para a semana do dia 22 a 26 de abril);
  • 29 e 30 de março – Reunião com deputados federais da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). ( Membros da CCJ: Aliel Machado PSB/ Diego Garcia PODE/ Evandro Roman PSD/ Felipe Francischini PSL/  Paulo Eduardo Martins PSC/ Professor Luizão Goulart PRB/ Reinhold Stephanes Junior PSD/ Rubens Bueno PPS/ Zeca Dirceu PT).
  • Até o dia 14 de abril – Reunião com demais deputados(as) federais e senadores;
  • Organizar vigílias nos locais de moradia ou escritório político dos(as) deputados(as)favoráveis à Reforma;
  • Organizar, juntamente com demais trabalhadores(as), o calendário de lutas proposto pelas CUT e CNTE;
  • Intensificar junto as escolas a pressão nas redes sociais dos(as) deputados(as) e senadores(as) (site desenvolvido pela CUT como instrumento de Pressão: http://reajaagora.org.br/);
  • Fixar faixas na sede Estadual e dos NS (Núcleos Sindicais), bem como nas Casas e Colônias, contra a Reforma da Previdência;
  • Organizar panfletagens e/ou bancas permanentes em lugares de grande circulação para dialogar com a população;
  • Dispor de material de comunicação e divulgação, como bottons, panfletos, camisetas e materiais virtuais para as redes sociais;
  • Até 22 de abril – realização das Assembleias Regionais Ordinárias;
  • Unificar o dia 13 de abril com atos públicos regionais. Contra a reforma da previdência e campanha salarial 2019 e em preparação a paralisação estadual;
  • Caravana da Educação, durante o mês de abril, convocando para a paralisação estadual e apresentando a pauta da campanha salarial;
  • Audiência Pública na Alep sobre a jornada de trabalho;
  • Coletivos Regionais de Pedagogas(as);
  • De 22 a 26 de abril – Participação a 20ª SEMANA NACIONAL EM DEFESA E PROMOÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA (CNTE);
  • Durante o mês de abril –  recepção ao governador do Estado. (Entregar documento ao governador exigindo a data-base e a jornada de trabalho);
  • Dia 26 de Abril – 72 anos da APP-Sindicato: realizar ações ressaltando a importância do Sindicato como representação e defesa da categoria e da classe trabalhadora;
  • 1º de Maio – Participar das atividades e mobilizações nas regiões;

Outras ações:

  1. Manifesto contrário ao Programa Escola Segura;
  2.  Moção de repúdio à fala do Pres. Jair Bolsonaro contra os(as) estudantes do Bolsa Família;
  3. Deliberação para que APP deixe de representar os trabalhadores e trabalhadoras de educação da rede municipal de Reserva do Iguaçu, diante da criação de uma outra entidade de representação da categoria;
  4. Composição do Conselho de Alimentação escolar (Assumem: Valdivino de Moraes e professora Rose Mary);
  5. Recomposição da direção estadual com a professora Ana Carolina Dartora, que assume a vaga e dará continuidade ao trabalho da professora Lirani Franco;
  6. Indicativo de assembleia para o início de junho;