Mata o povo, salva o mercado
É um completo absurdo que se jogue o povo no risco para testar uma estratégia no centro da cidade, onde há o núcleo maior de casos
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Foto: Reprodução |

Dan redação – Em decreto publicado hoje (8), a Prefeitura de Maringá, no norte do Paraná, autorizou a reabertura de shoppings, Igrejas e academias. No entanto, a administração municipal incluiu um “gatilho automático para lockdown“, como se tais medidas não fossem completamente contraditórias em meio ao aumento dos números de casa de coronavírus.

Segundo o decreto, a medida será tomada de acordo com a taxa de ocupação das UTI’s (Unidades de Terapia Intensiva) e o índice de testes positivos para Covid-19. Ou seja, se o coronavírus avançar na cidade com a reabertura de pontos propícios para aglomeração, a prefeitura de Maringá vai ativar o lockdown.

Resumindo, os capitalistas querem salvar o mercado e sacrificar o povo. É um completo absurdo que se jogue o povo no risco para testar se uma estratégia de mercado pode ser realizada ou não. Uma política abertamente fascista.

Dados divulgados pela Secretaria de Saúde da Prefeitura de Maringá, apontam, entre outras informações, que a maior concentração de casos confirmados de coronavírus está na área central de Maringá.A região inclui áreas utilizadas com frequência para caminhadas, como o Parque do Ingá e o Bosque 2.

O estudo foi elaborado pelo Grupo de Pesquisa Ambiente, Sociedade e Geotecnologias (Gepag), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), liderado pela professora Valéria Lima e coordenado pelo professor Oseias da Silva Martinucci.

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