É protestar ou morrer
Milhares de pessoas saíram às ruas no Equador protestando contra as medidas econômicas neoliberais de Lenín Moreno. “Se o coronavírus não nos matar será o governo”
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Protesto em Quito, Equador | Foto: revista exame

Ontem (25), milhares de pessoas saíram às ruas de Quito e de várias outras cidades do Equador protestando contra as medidas econômicas neoliberais de Lenín Moreno. “Se o coronavírus não nos matar, quem irá nos matar será o governo”, disse um sindicalista em Guayaquil.
Na semana passada, durante outro protesto, uma estudante também falou que a única alternativa que encontraram é sair às ruas para se manifestar.
Vários sindicatos estiveram envolvidos na organização dos protestos. A Frente Única dos Trabalhadores pediu que o governo deixe de pagar a dívida externa e atenda à emergência sanitária. Mas a política de Moreno para enfrentar a crise é o inverso disso: está reduzindo em 25% a jornada e o salário dos servidores públicos. No domingo, ele anunciou que a crise já deixou 150 mil desempregados e que será preciso extinguir algumas empresas estatais. Outras reformas que serão feitas incluem a redução de metade da jornada de trabalho com redução de 45% dos salários.
A crise e as reformas não são causadas pelo coronavírus, mas pela política golpista e entreguista de Moreno, um fantoche do imperialismo. É isso que o povo combate.

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