Portal de metas do Banco Regional de Brasília aumenta a exploração do bancário e é mais uma etapa para a privatização do banco

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Os representantes do governo bolsonarista/fascista, Ibaneis Rocha (MDB), na direção do Banco Regional de Brasília (BRB), estão preparando mais um ataque aos funcionários do banco através de um novo portal de metas para venda de produtos bancários, com o objetivo de aumentar a exploração dos seus funcionários e engordar, ainda mais, os bolsos dos capitalistas, que vivem às custas do parasitismo do Estado; além de preparar o banco para a sua privatização.

Segundo o presidente golpista do BRB, Paulo Henrique, em reunião com gerentes das agências, a direção do banco pretende aumentar o plano de expansão do BRB e aumentar a influência do banco no contexto econômico.

Não podemos esquecer que o atual governador da Capital Federal e seus asseclas são defensores incondicionais da velha política neoliberal de terra assada contra a população e os trabalhadores, que tem como uma das suas características a entrega do patrimônio do povo e beneficiar os capitalistas em crise.

Não é por acaso que o governo privatista do DF, com o apoio da reacionária Câmara Legislativa de Brasília, controlada por uma máfia direitista, aprovou a autorização para que o governo do DF renegocie sua dívida com o governo federal com a venda das empresas estatais.

E também, não é por acaso que os banqueiros privados estão fazendo pressão sobre seus representantes na Câmara Legislativa para que retirem a administração da folha de pagamento dos servidores do GDF, a galinha dos ovos de ouro do BRB, cobiçada pelos banqueiros privados.

O BRB é um dos poucos bancos estaduais que se manteve como banco público na maré privatista da famigerada era FHC (PSDB), que entregou a maior parte do patrimônio do povo brasileiro nas mãos dos capitalistas nacionais e internacionais por trinta moedas de ouro.

O portal de metas criado pela direção do banco, além de promover uma maior exploração aos trabalhadores, é mais um artifício que será utilizado pelos neoliberais do governo com a intensão de pavimentar o caminho da privatização do banco.