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Como o imperialismo usa ONGs para desestabilizar inimigos

Próximos passos

Sobram motivos para uma mobilização e um grande ato em julho

Se nós temos a convicção da enorme gravidade da situação que assola o país e o mundo, nós devemos insistir na mobilização

Ato do dia 1º de maio do PCO em marcha – Acervo

Mesmo com a pobreza, o desemprego, a fome e a pandemia, a esquerda pequeno burguesa entregou o 1º de maio para a direita. É hora de continuar a mobilização popular e para isso, o PCO e os comitês de luta contra o golpe convocam todos para um novo ato no dia 3 de julho.

O massacre de Jacarezinho

Massacre no Jacarezinho

A questão fundamental do caso de Jacarezinho é o ar escandaloso com que a imprensa fala sobre o assunto. Assassinato na favela, chacinas, ssas coisas acontecem direto no brasil, é um meio de vida, uma rotina. A polícia mata gente todo dia no Rio de Janeiro e pelo País a fora, e a imprensa faz um pouco de escândalo e enfia, em seguida, tudo para debaixo do tapete. Enquanto isso, a esquerda não fala nada. 

A questão primordial do problema aqui é simples, nós devemos protestar e colocar abaixo o aparato policial. Uma coisa ilustrativa é que não foi a Polícia Militar do Rio de Janeiro que assassinou os moradores de Jacarezinho, mas sim a civil. Por que é ilustrativo? porque desmascara totalmente a pseudo palavra de ordem de “desmilitarização da PM”, e coloca na ordem do dia a palavra de ordem “Pelo fim da PM”. É necessário uma séria discussão no meio da esquerda sobre o assunto, e palavras de ordem séria nas mobilizações.

O general Mourão afirmou que “mataram tudo bandidos”, ele que é vice-presidente da República se declarou favorável de uma ilegalidade. Não é legal, no sentido jurídico da palavra, uma polícia entrar em um lugar e matar vinte oito pessoas. 

O “bandido” é uma pessoa, o crime é o reflexo de uma situação social. E não é por que uma pessoa cometeu um crime que essa pessoa deveria ser submetida a piores situações possíveis e imagináveis, ser assassinado, ou jogada em uma cadeia. São essas noções básicas que a esquerda se esqueceu e deixou de defender.

A questão da vacina

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Sobre a questão da patente da vacina: se abriu uma crise gigantesca na questão das vacinas, internacionalmente. A China afirmou que vai entregar a fórmula da vacina para quem quiser produzir, isso causou uma crise no meio de toda a operação criminosa de todas as empresas, principalmente a Pfizer norte-americana.

Se os chineses distribuíssem a vacina a Pfizer deixaria de existir, e seus lucros também. No Brasil quase não se fala mas é um escândalo, e há governos protestando contra a situação da patente das vacinas, como a Índia e a África do Sul que propuseram já a quebra das patentes.

Em muitos lugares é um verdadeiro genocidio que está se estabelecendo, principalmente nos países pobres em que a epidemia não chegou ao seu auge ainda. Vale lembrar que essa epidemia se espalha em centros econômicos mais desenvolvidos e que antes não existia nos países pobres. Nos países mais pobres, com menos cidades desse porte, a epidemia demorou para se desenvolver, mas agora é uma explosão de infectados e mortos.

No Brasil há uma cumplicidade entre o setor médico com a manipulação das vacinas, por isso não se fala nada. Uma grande parte desse setor acatou a decisão da Anvisa, a proibição da vacina russa. A decisão foi tomada pela Pfizer e pelos EUA. Nós não podemos aceitar essa decisão, exigir também a quebra das patentes para que se tenha vacina para todos.

O 1º de maio e os próximos passos

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Se nós temos a convicção da enorme gravidade da situação que assola o país e o mundo, nós devemos insistir na mobilização. O ato do dia 1º de maio foi um sucesso, mesmo com todo o bloqueio da pandemia. Um contraponto ao nosso ato da praça da Sé, que vale destacar, foi o ato da direita na Av. Paulista, organizado pela direita.

O ato da extrema direita na Av. Paulista teve um significado político que passou despercebido e a esquerda se calou. Se a iniciativa de um ato do dia 1º de maio não tivesse sido mantida, a direita estaria na rua sozinha no domingo passado. É um grave erro da esquerda nacional ficar em casa, e entregar as ruas para a direita.

A direita saiu às ruas novamente, e eles já anunciaram que estão organizando um novo ato público. É o início de uma mobilização contínua com vistas às eleições de 2022, para eleger Bolsonaro novamente. Enquanto a esquerda, que estaria ligada a população e, portanto, teria como método natural de luta a tomada das ruas, e as greves, está trancada dentro de casa, e a direita, que é em grande medida faz parte da classe dominantes, esta aderindo o método da esquerda de mobilização. Se continuarmos assim, vamos ter um País dominado por mobilização direitista nas ruas e a esquerda falando na TV na época das eleições e contida nas redes sociais.

Está se manifestando no Brasil de maneira intensa o que já aconteceu na Europa em outros locais, diante da polarização provocada pela crise do sistema político imperialista, a extrema direita busca agrupar a tendência à revolta popular contra a burguesia neoliberal e a esquerda, que não tem personalidade política nenhuma, fica à reboque dessa burguesia neoliberal, como na França onde a esquerda acabou votando no candidato do neoliberalismo, Emmanuel Macron.

Não podemos jogar a população na mão da extrema-direita, com essa política de ficar em casa. 

Nossa conclusão é que é preciso continuar a mobilização. O PCO vai continuar a fazer articulações e convidar as pessoas para a realização de um novo ato público em São Paulo na Avenida Paulista, em torno do problema da vacina, do auxílio emergencial, da luta contra o desemprego, no dia 3 de julho próximo. Devemos entender que se quisermos trazer a tona uma verdadeira mobilização, temos que fazer um movimento permanente, ações sequenciais, temos que criar um agitação política permanente, nas cidades, bairros, locais de trabalho para depois fazer uma manifestação maior que a manifestação do dia 1º de maio. 

O PCO chama toda a esquerda para participar, sem distinção, acreditamos que é necessário unir o máximo de forças para ampliar o que foi feito no 1º de maio, pela quebra das patentes das vacinas, pela vacinação em massa, auxílio emergencial, fora Bolsonaro e todos os golpistas.

A você que chegou até aqui,

agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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