Instrumento do imperialismo
Flávio Dino, governador do Maranhão, após ser financiado pelos Estados Unidos e por Soros demonstra bem que a orientação política vem do norte
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Flávio Dino é um dos maiores entusiastas da aliança eleitoral com setores golpistas | Foto: reprodução

Já faz algum tempo que Flávio Dino (PCdoB) vem sendo uma figura política da esquerda com um dos maiores destaques na imprensa burguesa, como um dos artífices, ao mesmo tempo que também é um dos maiores propagandistas e entusiastas da “Frente ampla”. Nesta semana, o governador teve diversas manchetes nos jornais burgueses, quando anunciou, de forma mais aberta, seus objetivos políticos de criar um “MDB de esquerda” para 2022. Agora aparece sendo “ajudado” pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o Pentágono, e o bilionário norte-americano George Soros. 

Diante desses acontecimentos, é nítido que o pcdobista é uma das alas mais direitistas de toda esquerda em geral. Aqui é válido, para fazer a crítica, relembrar o ditado de quem paga a orquestra escolhe a música. Aqui seria como quem banca a campanha, escolhe a política. É necessário dizer quem é George Soros na política? 

 A figura da burguesia norte-americana é conhecido por financiar golpes de Estado em todo mundo, financiando mercenários e tropas fascistas para desestabilizar diversos regimes políticos, sejam eles hostis às intervenções norte-americana ou até os que fazem oposições bem limitadas. Como o caso da Ucrânia, onde após um golpe em 2014 o país se encontra imerso em uma ditadura fascista. 

 Com total concordância com outro financiador de Dino, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que impulsionou até bombardeios de países inteiros, como no Iraque em 2013, através de seus órgãos intervencionistas como o Pentágono. 

Qual o objetivo do imperialismo norte-americano, que promove devastações em países inteiros, inclusive no Brasil, e os bilionários que financiam as milícias de mercenários no Oriente Médio e os nazistas da Ucrânia, em financiar as ações de Flávio Dino? Para que o governador faça a mesma coisa, siga os objetivos políticos do imperialismo. Assim, Dino se apresenta como esquerdista enquanto trava uma luta para abortar o desenvolvimento da esquerda no País. A diretriz é simples, impedir que a esquerda faça uma luta contra o regime político, mas faça um esforço inútil a se integrar a ele, como fica nítido no caso do “MDB de esquerda”. O que o parlamentar quer é uma adaptação a uma ditadura. 

E de fato Dino tem atuado nesse sentido: defende o movimento 65, o verde e amarelo, entrega da Base de Alcântara, aliança com o PSB, o “MDB de esquerda”, etc. colocando os interesses dos imperialistas acima do interesse popular dos trabalhadores.  

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