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Os professores estaduais de Rondônia deflagraram greve por tempo indeterminado, a partir do dia 21 de fevereiro, em várias escolas de Rondônia. De acordo com a presidenta do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (Sintero), Lionilda Simão, a principal reivindicação da categoria é a valorização salarial dos professores.

O Tribunal de Justiça de Rondonia entrou com liminar contra a greve. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Rondônia (Sintero) entrou com recurso contra a decisão liminar do Tribunal de Justiça (TJ-RO), que considerou ilegal a greve da categoria.

O movimento mobilizou cerca de 7 mil professores em todo o estado e, segundo o Sintero, a greve fica parcialmente suspensa, aguardando o cumprimento do recurso.

Na última segunda-feira (5), os trabalhadores se reuniram com membros do governo do estado, mas, nenhuma proposta foi apresentada pelo governador. Segundo a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), o governo deve apresentar uma proposta aos trabalhadores na quarta-feira.

O TJ-RO determinou a suspensão da greve, mas a mobilização não cessou, professores de todo o estado se reunirão em Porto Velho, nesta terça (6) e quarta-feira ( 7) para deliberar se encerram ou continuam o movimento grevista.

Os professores e todo o funcionalismo devem se unir em uma greve contra o desmonte do ensino público e dos salários, contra a intervenção militar, pela anulação do impeachment e contra a prisão de Lula.

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