68% da população sem acesso
Diretriz assassina é orientação da burguesia, levada adiante pelo governador Flávio Dino
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
flavio-dino-1
Flávio Dino, homem de George Soros | Foto: Reprodução

De acordo com a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na quarta-feira (22), 68% da população que reside no território maranhense não tem acesso a esgotamento sanitário por rede coletora. A pesquisa reúne dados do ano de 2017.

Estes números são resultados do Suplemento de Saneamento da Pesquisa de Informações Básicas Municipais – MUNIC 2017. Nesse suplemento, duas variáveis básicas foram investigadas: existência de serviço de esgotamento sanitário por rede coletora e de serviço de abastecimento de água por rede geral de distribuição.

Governador segue a orientação da burguesia

É peciso denunciar que a orientação da burguesia é essa mesmo: manter o povo em vulnerabilidade total duramente a pandemia de coronavírus.

O governador Flávio Dino (PCDOB) depois de vários acontecimentos, em especial a entrega da base de Alcântra e até mesmo do financiamento do próprio George Soros, com a Open Society Foundation, organização controlada pelo bilionário hungaro-americano, demonstram que o governador está cumprindo um papel de ser um braço do imperialismo na esquerda.

6,5% sem esgotamento

Também no estudo realizado pelo IBGE, dos 217 municípios do estado, apenas 14 havia serviço de esgotamento sanitário por rede coletora, o que representa apenas 6,5% dos municípios maranhenses. 32% da população do Maranhão se encontram nessas cidades.

No Nordeste e no Brasil, 51,3% e 59,2% dos municípios possuíam esse serviço, respectivamente. Em nenhuma das 14 cidades do Maranhão com serviço de esgotamento sanitário por rede coletora havia uma secretaria municipal específica para tratar do assunto.
Em quatro dessas cidades, um órgão da administração indireta tratava do assunto, a exemplo de uma autarquia; em oito delas, o setor de esgotamento sanitário era associado ou subordinado a algum setor ou secretaria municipal; em duas delas, não havia uma estrutura administrativa para tratar do assunto; e em uma, o setor era subordinado diretamente à chefia do Executivo municipal.

Dos 14 municípios maranhenses dotados de serviço de esgotamento sanitário por rede coletora em 2017, apenas o município de Codó possuía registro do número de domicílios que utilizavam fossa séptica.

Esse controle é importante para melhor gerenciar o espaço ambiental no que diz respeito aos lençóis freáticos. E, somente as prefeituras dos municípios de Bacabal e de São Luís relataram presença de serviço de esgotamento sanitário por rede coletora em suas áreas rurais, contudo, não em toda a área rural, apenas numa parte dela. Em seis municípios, a prefeitura mantinha um corpo técnico específico que operava o serviço de esgotamento sanitário por rede coletora.

É necessário uma ampla mobilização no Maranhão para exigir do governo que cumpra as reividicações do povo diante de crise de coronavírus e, como meio de garantir que o interesse popular seja atendido, por “Fora Bolsonaro”.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas