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"Gripezinha"

Política de Bolsonaro é matar o povo para salvar a economia

Em novo pronunciamento, o presidente ilegítimo Jair Bolsonaro deixou claro que não tomará nenhuma medida efetiva contra o coronavírus e a crise econômica.

Presidente ilegítimo Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução –

Na última quarta-feira (25), foram confirmadas mortes pelo novo coronavírus nos estados de Pernambuco, Rio Grande do Sul e Amazonas. Com isso, o coronavírus, que havia sido responsável por mortes confirmadas apenas nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, gerou as primeiras mortes nas regiões Nordeste, Norte e Sul. Rapidamente, a epidemia avança em todo o território brasileiro, embora os dados sejam bastante subestimados, devido à quase inexistência de testes para doença e sua lentidão nos resultados.

Na contramão desses acontecimentos, o presidente ilegítimo Jair Bolsonaro veio a público na noite da última terça-feira (24) para fazer um pronunciamento nacional em que minimizava a gravíssima situação em que o país se encontra. Em seu discurso, que durou cerca de quatro minutos, Bolsonaro falou que o coronavírus seria como uma gripezinha e que medidas como a quarentena seriam pura histeria.

A fala do presidente ilegítimo gerou uma forte reação de toda a sociedade, incluindo da própria imprensa burguesa, que vê com muita preocupação a possibilidade de a devastação causada pela pandemia dar lugar a uma explosão social. Afinal, tratar uma doença que já levou pelo menos 20 mil pessoas a óbito em um curto espaço de tempo como algo sem importância é extremamente impopular. No entanto, não é à toa — tampouco por loucura ou simplesmente irresponsabilidade — que Bolsonaro tem tentado minimizar a pandemia.

Empossado presidente após uma grotesca e escancarada fraude eleitoral, que consistiu na exclusão da candidatura do maior líder popular do país à presidência da República, Bolsonaro só chegou ao poder por causa do apoio explícito da burguesia, que não viu outra alternativa para derrotar eleitoralmente o Partido dos Trabalhadores (PT). Assim, embora tenha surgido das baixas patentes das Forças Armadas e de partidos fisiológicos do Congresso Nacional, Bolsonaro se tornou o representante direto dos interesses dos setores mais poderosos da burguesia — isto é, do imperialismo.

Nesse sentido, seu discurso de que o coronavírus não passa de uma gripezinha, embora seja visto com receio pela própria imprensa imperialista, revela, na verdade, um programa de guerra contra a população: diante da crise econômica do capitalismo, fortemente agravada nas últimas semanas, o governo brasileiro irá investir todo o patrimônio do Estado para salvar os bancos, e não salvar as pessoas.

É por isso, por exemplo, que Bolsonaro não leva a sério o coronavírus e aplica medidas para impedir demissões, despejos e auxílios aos trabalhadores informais. Afinal, se o coronavírus não é um grande problema, não seria tão grave que o governo brasileiro estivesse doando bilhões aos bancos e — incrivelmente — às controladoras dos planos de saúde, ao invés de destinar todos os recursos à saúde pública.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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