Consequências neoliberais
Fechamento de empresas nacionais, desemprego, fome, miséria. Enfim, a completa destruição da economia para servir ao imperialismo nefasto.
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Abertura do 30º Salão Internacional do Automóvel | Foto: Ministério da Indústria e Comércio
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Abertura do 30º Salão Internacional do Automóvel | Foto: Ministério da Indústria e Comércio

Uma matéria do jornal Brasil 247 destaca que em meio ao caos econômico do governo Bolsonaro a crise se aprofunda, tomando proporções gigantescas. A retirada do auxílio emergencial a partir de janeiro de 2021 tende a piorar ainda mais essa crise. Segundo a ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), as fábricas correm alto risco de paralisação em dezembro por falta de insumos, e muitas já estão com paralisações pontuais.

A Anfavea diz que já está faltando principalmente o aço, e com queda na produção nacional tem que recorrer à importação. E com a alta do dólar os preços sobem, só neste ano os reajustes somam 40%. 

Já haviam alertado para a possibilidade de paralisações em novembro. Informam a queda de produção de 35% no ano, enquanto que as vendas reduziram 28%. Apesar disso, em novembro registraram aumento da produção e vendas da ordem de 4,7%. Já as previsões para 2021 estão prejudicadas por causa da pandemia e das incertezas.

E não é só a indústria automobilística que ameaça parar, o conjunto das indústrias também e pelo mesmo motivo, falta de insumos. A CNI (Confederação Nacional da Indústria) diz que 75% das indústrias estão com dificuldade para conseguir insumos e 54% delas tiveram problemas para atender os clientes.

Coloca como causas a diminuição da coleta de reciclados durante a pandemia. A China, principal fornecedora de insumos e peças e demais países paralisaram diversas regiões produtivas, também por causa da pandemia. Ainda dizem que durante o isolamento social o consumo de serviços migrou para o consumo de bens, aumentando a procura por eles. Como as empresas estavam priorizando o caixa por falta de previsão quanto ao futuro, optaram por vender os estoques.

Os insumos que estão em falta são: papelão, vidros, aço, aço carbono, aço silício, latão, plásticos, chumbo, componentes eletrônicos, cobre, etc. Lembrando que alguns desses produtos são usados como embalagens para outros produtos, como o vidro para líquidos e o papelão  usado na fabricação de caixas e tubetes para fios.

Agora temos desequilíbrio entre a oferta e demanda, e com a alta do dólar, falta de produtos nas prateleiras impulsionam a inflação para cima, apontando para a redução do consumo, que vai levar as empresas a produzirem ainda menos, com mais demissões, num círculo vicioso que nos levará para o aprofundamento do caos econômico e social. Como a partir de janeiro não haverá mais auxílio emergencial, a situação piora ainda mais, com menos consumo.

A falta de política do governo fascista, que leva em conta a necessidade de cuidar da população por causa da pandemia, com gastos em máscaras, álcool, equipamentos médicos, medicamentos e leitos, poderiam manter a atividade econômica. Mas como não querem gastar com o povo, nada fizeram, prejudicando a população e a economia.

Os vultuosos R$ 1,2 trilhões destinados às empresas e bancos, foram parar em aplicações financeiras, não interferindo na atividade econômica e assim não gerando mais empregos e renda, nem no consumo de matérias primas e insumos na produção. 

Nesse quadro, as empresas fecharam as portas definitivamente, e passamos a depender da importação desses produtos, que antes eram produzidos internamente e gerando emprego para o povo trabalhador e mantendo algum funcionamento da economia. Nada disso foi colocado em prática, usaram o dinheiro para enriquecer a burguesia imperialista com prejuízo claro para o país e sobretudo para a classe trabalhadora.

Em meio a essa enorme crise econômica acentuada pela pandemia, o governo fascista nada faz para recuperação nem da pandemia nem da economia. Contando que o auxílio emergencial não continuará no próximo ano, só podemos esperar o pior para o país, principalmente para os trabalhadores, com mais desemprego, fome e miséria. Nesse cenário as mortes pela pandemia serão aumentadas e acrescentadas as morte por fome.

É passada a hora do povo se revoltar e por abaixo esse governo genocida e criminoso, e assim assumir o controle do governo, da economia, da segurança pública e tudo o mais. Só a classe operária pode impor um sistema que seja justo para a maioria da população.

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