Política bolsonarista do Partido Novo: Zema ataca escola do Quilombo Campo Grande (MG)
Romeu-Zema-1
Política bolsonarista do Partido Novo: Zema ataca escola do Quilombo Campo Grande (MG)
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Nessa quinta-feira (22), a Escola Estadual Eduardo Galeano do acampamento Quilombo Campo Grande foi fechada pelo governador amante dos bancos, do Partido Novo, Romeu Zema. A escola funcionava há três anos no município Campo do Meio-MG, graças a atuação do MST e de seus colaboradores, já que a demanda por transporte e alimentação para a escola não era liberada pelo governo do Estado.

No entanto, ao invés de destinar recursos para a escola, o governador de política bolsonarista, Zema, fecha a escola, prejudicando a formação básica da comunidade local. Esta perde também os cursos de agroecologia e de formação de administradores que eram oferecidos na escola.

Outra escola do MST está sendo ameaçada por esse governo. No acampamento Maria de Conceição, em Belo Horizonte-MG, o governo estadual está impondo barreiras ao início das aulas. Segundo a dirigente do Estado de Minas Gerais do MST, Débora Mendes, eles estão realizando uma perseguição política:

Eles dizem que manipulamos nossos educandos, mas, na verdade, morrem de medo da educação de qualidade que construímos desde o início de nossa história. Nós atuamos para formar cidadãos com capacidade crítica, conhecimento dos seus direitos e compreensão da terra como um bem sagrado da humanidade.

A política dos governadores bolsonaristas Doria (SP), Witzel (RJ) e Zema (MG) é contrária à educação do povo, eles destinam grande parte do orçamento dos estados à segurança para assassinar os pobres e negros, culpam as empresas estatais de altos gastos para entregar aos capitalistas e destinam grande parte do orçamento dos Estados para pagar bancos.

Da mesma forma da fraude eleitoral que levou Bolsonaro à Presidência, Zema (Novo) e o fascista Witzel (PSC) foram eleitos governadores a despeito das pesquisas eleitorais que indicavam a vitória de outros candidatos, surpreendendo a população dos Estados em que subiram a governadores. Diante dessas ilegalidades e ataque à população, é preciso se organizar nos comitês de luta contra o presidente ilegítimo Jair Bolsonaro e pela liberdade de Lula para combater essa direita em uma ampla mobilização popular.