Policial tortura mulher com chicote em Fortaleza: pela dissolução da PM!

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Da redação – De forma totalmente covarde, uma mulher foi agredida pela Polícia Militar por 30 minutos no Ceará. A mulher acabou recebendo chicotes nas costas pela PM.

Uma mulher estava junto com seu marido para abastecer o carro em um posto de combustível no Bairro Lagamar, na periferia de Fortaleza, próximo de uma festa de pré-carnaval quando dois policiais militares os abordaram e ordenaram que eles parassem e descessem do carro.

“Pararam a gente e mandaram sair do carro. Depois mandaram ficar de joelhos e começaram a me chamar de vagabunda. Puxaram meu cabelo e disseram que eu não prestava para nada. Eles ficaram agredindo uns 30 minutos e dizendo: ‘Isso é para vocês aprenderem a não passar por aqui'”, conta a vítima.

No vídeo divulgado na imprensa burguesa, a mulher é ajoelhada pela PM em uma passarela sobre o canal do Lagamar junto de seu namorado. A vítima recebeu chicotadas nas costas pelo policial. O PM também deu chutes e socos no casal.

A agressão covarde da PM ocorreu próximo ao local de uma festa de pré-carnaval. Segundo a vítima, os policiais a confundiram com uma outra pessoa que teria cometido um crime durante a festa: “Nem nessa festa eu estava. Estava passando. Meu nome é limpo. Todo mundo viu que foi covardia”, conta ela.

Esse caso mostra a total covardia da PM. Os policiais militares não procuram saber se a pessoa cometeu um crime ou não. Até mesmo o “crime”, na verdade, é subjetivo, varia conforme o pensamento fascista policial. Com o menor indício, a PM já chega com toda a truculência e agride as pessoas desarmadas com total covardia.

Os inúmeros casos de agressão da PM mostram que ela não pode ser mudada por dentro. A polícia é um instrumento da burguesia para reprimir a população, principalmente a classe operária que vive na periferia.

A única solução é a dissolução da PM e a formação, no seu lugar, de milícias populares controladas e eleitas pelo próprio povo, independente do Estado e da burguesia. Antes de isso acontecer, a população deve se preparar e se proteger da repressão estatal, criando comitês de autodefesa.