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Neste domingo, 13, a cabo da Polícia Militar, Kátia da Silva Sastre, que há 20 anos integra a corporação, foi homenageada após matar um homem que estava cometendo um assalto em frente ao Colégio Ferreira Master, escola particular, no município de Suzano, região metropolitana de São Paulo. A policial trabalha na Zona Leste de São Paulo, batalhão da Vila Esperança, onde ocorreu a cerimônia.

Além dos membros integrantes da corporação, a PM foi elogiada, por sua atuação, pelo governador Marcio França, do PSB, que definiu ela como “um exemplo do que um policial deve fazer”. É típico da direita enaltecer aqueles que, diariamente, encarceram e matam a população pobre. Tais atrocidades são bastante comuns, principalmente posterior ao golpe. Sobre isso, a orientação da polícia é clara: eliminar a população pobre, superlotando penitenciárias e/ou a matando, inclusive fora do expediente -como foi o caso-.

Kátia, que possui duas filhas, de 2 e 7 anos, afirma que seu objetivo era “cessar a agressão dele de forma que não machucasse ninguém”. Nesse sentido, percebe-se que a vida do jovem, de apenas 21 anos, pouco importa, uma vez que feri-lo e matá-lo é destacado como ato louvável. Importante ressaltar que esses massacres são corriqueiramente cometidos por aqueles que se intitulam “cidadãos de bem”. Estes nada mais são do que meros capachos, que seguem, a risca, os interesses da direita golpista.

 

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