EUA e a pena de morte das ruas
É o segundo caso em que a polícia criminosa mata um homem negro por asfixia enquanto se debate e diz que está sem ar
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Cena real da morte criminosa | FOTO: DARNELLA FRAZIER

Circulam vídeos e imagens na rede, onde um homem norte americano negro, identificado como George Floyd, de 40 anos, se debate no chão, enquanto tem o joelho de um policial branco em seu pescoço e diz repetidamente: “Não consigo respirar”.

Em poucos instantes ele parece não se mexer, antes de ser colocado em uma maca e transferido para uma ambulância.

O homem negro faleceu, nitidamente, por uma pena de morte aplicada pelo policial fascista. Porém, em nota, a polícia local disse que Floyd morreu “após um incidente médico durante uma interação policial”.

Testemunhas pedem ao policial que retire o joelho do pescoço do homem, observando que ele não estava se mexendo. Alguns dizem que “seu nariz está sangrando”, enquanto outro pede: “Saia do pescoço dele”.

O nível de cinismo dos assassinos é absurdo. Os policiais afirmaram que o homem parecia ter problemas médicos. E o que se faz nesses casos? Coloque o doente no chão e cure-o com o seu joelho na garganta do mesmo.

A morte do jovem gerou revolta em comunidades negras e a polícia usou bombas de gás lacrimogênio contra manifestantes na terça-feira, em Minneapolis.

A polícia está matando com aval da extrema direita e da justiça, tanto nos EUA quanto no Brasil.

 

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