Policial “heroína”? Assassinato em frente a escola colocou todos em perigo

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No último sábado (12), a ação de uma policial militar que disparou e matou um suspeito em frente a escola de sua filha, localizada no bairro Jardim dos Ipês, Suzano, no estado de São Paulo, foi defendida pela extrema-direita.

Depois do ocorrido, onde a policial militar disparou contra um suposto criminoso e consequentemente o matou, as repercussões tem sido as mais diversas, e diga-se de passagem tem sido fortemente defendida pela extrema-direita e pelos golpistas. Mas o que deve ser destacado está no assanhamento da extrema-direita diante do acontecido, os típicos posicionamentos fascistas reacenderam, assim reafirmando o caráter da direita defensora do massacre do povo.

Na imprensa burguesa, o quadro que está sendo pintado é de que a policial militar é uma verdadeira heroína, pois teria zelado pela segurança das crianças do local e evitou uma tragédia pior. Muito pelo contrário, a policial ao assassinar o suposto assaltante, colocou todos em perigo. Onde fica claro o absurdo, da defesa aberta que vem sendo feita diante do caso que evidentemente representa uma escalada da extrema-direita no cenário político que está colocado.

Ao destacar a ação policial, e intitula-la como heroína, é o mesmo que dá respaldo a ação fascista da policia militar aplicada contra a população diariamente e com o acontecido isso demonstra seu avanço. O que está sendo vendido pela direita golpista, é que de fato a ação da policial no último fim de semana foi uma atitude louvável, uma representação disso está nas homenagens que a agente vem recebendo, desde condecorações e homenagens do estado, onde essa postura somente tende a reforçar o número de morte de pessoas pela policia, assim como divulgado recentemente – numa pesquisa farsesca – onde se sabe que o número é muito maior do que o divulgado.