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A caravana de Lula pelo Sul do Brasil foi marcada pelos atentados de milícias fascistas. Durante a caravana, foram disparados tiros contra o ônibus, pessoas foram agredidas e até mesmo uma caminhonete com explosivos foi encontrada. Até a imprensa burguesa, que pisa em ovos para não alimentar a polarização política existente no país, teve de mencionar os atentados.

O presidente golpista Michel Temer também se sentiu na obrigação de falar sobre os atentados – e, até mesmo, embora de maneira cínica, condená-los. Temer e outros representantes do bloco golpista que comanda o Brasil classificaram os atentados como um episódio de “violência” inaceitável – o que, obviamente, servirá como justificativa para aumentar o poder do Exército e todo o aparato de repressão do Estado.

Setores mais tradicionalmente ligados à extrema-direita brasileira também falaram dos atentados – neste caso, para, de maneira ridícula, acusar o ex-presidente Lula pelos atentados contra ele mesmo.

Apesar de toda essa repercussão, contudo, a Polícia Rodoviária Federal não “percebeu” que houve uma tentativa de homicídio ao maior líder popular do país. Segundo o relatório da PRF, seus agentes notaram que os ônibus da caravana fizeram uma parada na BR-277, mas não sabiam o motivo. Ou seja, o relatório das atividades da PRF naquele dia não mencionaram os tiros contra a caravana contra o ex-presidente.

Esse relatório absurdo da PRF mostra que a polícia não tem a mínima competência para proteger Lula ou qualquer outro representante da esquerda. A única competência da polícia é massacrar a população a mando da burguesia. Por isso, é necessário e urgente que os trabalhadores de todo o país formem comitês de autodefesa e enfrentem o fascismo nas ruas, sem depositar um pingo de esperança na polícia.

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