Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Nesse 21 de março, o “Massacre de Sharpeville” faz 58 anos. Esse fato, como o “Domingo sangrento” – estopim da Revolução Russa, foi um exemplo da violência gratuita com que a classe dominante responde a um simples “sussurro” de insatisfação popular. Nesse dia, em 1960, os negros sob regime de apartheid da Africa do Sul fizeram uma passeata pacífica questionando a “Lei do passe” – que restringia os locais por onde eles podiam se deslocar, no bairro “Shaperville”, em Johanesburgo, Africa do Sul. A resposta à paz, foi o vermelho sangue dos 69 mortos e 180 feridos pela reação da classe imperialista. O mesmo foi em 1905 em São Petesburgo: a resposta vermelho sangue do Czar Nicolau II, tingiu a neve e a história. No império Russo, o sangue virou Revolução, na África do Sul, “quase”.
O fato levou ao conhecimento público internacional a política imperialista do Apartheid na África do Sul.
O imperialismo, contudo, cedeu e perdeu seu poderio direto no país. Saiu com o “rabo entre as pernas” pintando um discurso de “vitória”.
Muito além de “Dia Internacional contra a Discriminação Racial”, o 21 de março é o dia de relembrar o poder do povo unido contra a dominação. Avante!
Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas