Perseguição Política
A Operação Estabilidade, deflagrada pela Polícia Federal, mirou bolsonaristas que propagavam a ideia da intervenção militar e pediam prisão de ministros do STF.
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Renan Sena é acusado de crimes políticos previstos na Lei de Segurança Nacional. | Reprodução.

A Polícia Federal deflagrou a operação Estabilidade nesta sexta-feira (27).  Três mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Brasília (DF), Taboão da Serra (SP) e Uberlândia (MG).

Os alvos são membros de um grupo de extrema-direita, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (ex-PSL, sem partido), que faziam propaganda política em torno da intervenção militar e pediam prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal.

Os envolvidos são investigados pela Lei de Segurança Nacional, pelos crimes políticos de fazer propaganda de processos violentos ou ilegais para a alteração da ordem política e distribuição de fundos para realizar propagandas violentas. Um dos alvos da operação já tinha sido detido e processado por injúria e calúnia contra autoridades dos três poderes e contra o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).

Um dos acusados participou do ataque às enfermeiras no dia 1º de maio, que prestavam homenagem às vítimas do coronavírus.

A operação Estabilidade é mais um capítulo da perseguição política em curso no país. A Polícia Federal ocupa papel de relevo nesse processo.

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