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Rio de Janeiro - Na tarde de hoje (25), o Exército chegou ao 22º Batalhão da Polícia Militar, na favela Nova Holanda, no conjunto de favelas da Maré, zona norte da capital fluminense (Tomaz Silva/Agência Brasil)
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Da redação – A Polícia Militar assassinou o professor William Figueira de Oliveira, de 35 anos, com tiros e facadas pelas costas no início da manhã dessa terça-feira (06) no Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro.

Segundo o portal alternativo Mídia 1508, William for morto por agentes quando saía de casa para fazer compras. Os moradores da favela Nova Holanda, onde ele estava, teriam retirado o seu corpo com um carrinho.

Ele foi uma das cinco vítimas fatais da operação criminosa do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope) na Maré, realizada no início da manhã de ontem. Outras oito pessoas ficaram feridas. Um rapaz, Tiago, foi morto com um tiro na cabeça e uma mulher de 40 anos levou um tiro na pélvis.

Raíssa Souza da Silva, namorada de William, afirmou que ele era monitor de aulas de Física na favela. “Cheguei aqui na última sexta-feira e iríamos voltar para o Nordeste. Eles foram covardes”, disse.

As operações militares no Rio de Janeiro, especialmente a partir da intervenção militar. Como este diário vem afirmando, tratam-se de órgãos (tanto a PM como o Exército) repressivos do Estado para esmagar o povo pobre. É preciso se organizar contra a expansão da perseguição contra o povo e extinguir a polícia militar, e, em seu lugar, criar milícias populares para a auto-organização da defesa dos trabalhadores.

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