PM fascista de João Doria reprime violentamente Carnaval de rua em SP

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Da redação – Há pouco, foi divulgado neste Diário, uma matéria mostrando o repúdio da população aos golpistas, especificamente o presidente fraudulento Jair Bolsonaro.

++“Ei, Bolsonaro, vai tomar no c*”: no Carnaval de rua em SP, povo protesta contra o presidente ilegítimo

Com isso, fica claro porque a direita odeia o Carnaval. Qualquer tipo de manifestação e aglomeração popular é visto pela direita, odiada pelo povo, como uma ameaça. Por isso, eles precisam reprimir.

O governador de São Paulo, o tucano João Doria, mandou a PM fascista agredir carnavalescos em São Paulo. Um vídeo mostra diversos policiais agredindo e apreendendo os instrumentos musicais da população.

O ocorrido aconteceu na noite de Sábado (23/02) durante o desfile do bloco Fanfarra Clandestina. No vídeo da Ponte dá para ouvir tiros de bala de borracha, e as testemunhas relatam que um homem foi atingido à queima-roupa nas costas, e teve de receber tratamento médico no domingo (24/02).

Os policiais ainda danificaram os instrumentos. O sousafone que é visto sendo levado pela PM foi quebrado pela polícia. Uma pessoa que não quis ser identificada disse:

“Eles pisaram em cima do instrumento, distorceu completamente. Não dá pra ter noção do prejuízo, mas calculo que no mínimo R$ 500. Uma parte do instrumento caiu no chão, que é o bocal, se considerar isso também, o valor já sobe para uns R$ 1 mil”

E ainda denunciou a ação da polícia contra os blocos pequenos:

“Foi político. Eu faço parte de outros blocos, a gente está nessa luta de blocos que não necessariamente se cadastram, até porque eu acredito que a gente não precisa dar satisfação do uso da rua, da ocupação da rua, que é pública. A prefeitura, por outro lado, está promovendo o carnaval, tem o patrocinador, que é a Ambev, e eles fecham as ruas para os blocos que eles gostam, que eles organizam. E quando você vai tentar fazer o bom e velho carnaval dos blocos menores, sem cordão, eles estão tentando criminalizar. Porque o carnaval virou negócio. Eu vejo como uma disputa política da cidade e uma disputa de poder, aquela coisa de ver quem manda mais”