Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit

A Polícia Militar do Rio de Janeiro – esquadrão da morte especializado em assassinar trabalhadores e moradores pobres das favelas, periferias e morros cariocas – acaba de contabilizar mais uma morte no seu longo e interminável prontuário de atrocidades cometidas contra a população indefesa da cidade.

Na quarta-feira, dia 03, no município de Nova Iguacu, região localizada na Baixada Fluminense, a PM carioca – que está entre as que mais mata no mundo e que tem como  “método de trabalho” atirar primeiro para depois perguntar – assassinou, da forma maios brutal e covarde, um trabalhador de apenas 18 anos, atirando pelas costas, não permitindo qualquer defesa à vítima.

Luis Guilherme dos Santos teve a vida abreviada não porque foi flagrado cometendo qualquer ilícito penal ou mesmo em qualquer atitude suspeita – o que já seria totalmente absurdo e inaceitável  o assassinato – mas foi morto quando retornava à empresa onde trabalhava para deixar uma carga que acabara de carregar no veículo, junto com dois outros colegas de trabalho.

Na costumeira e habitual abordagem, truculenta e brutal, os PM’s que mandaram o veículo parar sequer dialogaram com os trabalhadores, pedindo identificação ou algo parecido. Ao descer do veículo, o jovem assassinado deixou sua mochila cair. Ao se movimentar para pegá-la de volta, recebeu os disparos pelas costas, sem que houvesse qualquer indício de que estaria reagindo à abordagem. De acordo com o laudo do hospital onde Luis Guilherme foi atendido,   o jovem tinha perfurações por arma de fogo no crânio, abdômen e ombro. Ou seja, foram feitos vários disparos, o que caracteriza, de forma clara e inequívoca, tratar-se de mais uma execução da PM carioca assassina.

Em depoimento ao delegado que acompanha o caso, o PM autor de mais esse brutal assassinato disse “que  quando pediu para que o caminhão encostasse, um carro Siena que estava logo atrás também encostou e deu marcha ré quando os policiais iniciaram a abordagem. Ele teria atirado, segundo seu relato, diante da suspeita de que Luis portasse uma arma e pudesse ameaçar o policial quando a mochila caiu”. (Portal G1, 04/01).

É sempre assim. “Eu pensei que,…eu achava que…,eu imaginava que”. Os milhares de assassinatos da PM brasileira em todo o país estão muito distantes de serem acidentais. As mortes por execução perpetradas pela PM,  noticiadas todos os dias em todos os lugares, são a regra e não a exceção; o modus operandi normal e cotidiano desse verdadeiro esquadrão da morte, particularmente contra a população pobre e indefesa que habita a periferia das grandes metrópoles brasileiras.

Nesse sentido, todo e qualquer programa de governo minimamente democrático que se disponha a discutir a problemática da segurança no país não pode deixar de exigir a imediata dissolução dessa máquina infernal de guerra contra a população pobre denominada Polícia Militar. Setores da esquerda falam em “desmilitarização” da PM. Nós dizemos: Pelo fim da PM e sua substituição por um sistema de milícias populares, diretamente controlados pela população. Fora PM assassina!

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas