Durante ação de despejo
Em plena pandemia de coronavírus, PM de mineira incendeia acampamento do MST chamado Quilombo Campo Grande, para expulsar as mais de 400 famílias que vivem e trabalham no local
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Reintegração de posse no acampamento Quilombo Campo Grande - Minas Gerais | Foto: MST

Na tarde de quinta-feira (13), policiais atearam fogo nas áreas do acampamento Quilombo Grande, em Minas Gerais, com a finalidade de retirar de lá pessoas que ainda resistem à reintegração de posse há mais de 30 horas. São 450 famílias sem-terra na área que ficarão sem ter onde morar.

Logo pela manhã, um trator destruiu a escola Eduardo Galeano, localizada dentro do acampamento. No dia anterior, um barracão coletivo, onde moravam três famílias foi despejado pela polícia de Minas Gerais.

A ação criminosa ocorre ao mesmo tempo que o governador bolsonarista Romeu Zema (Novo) dá uma demonstração de cinismo gigantesco, ao afirmar em suas redes sociais que é a favor do adiamento da reintegração de posse.

O despejo é uma demonstração clara do total descaso do governo com as famílias que ficarão sem casa em plena pandemia de coronavírus. É preciso sair às ruas para impedir o genocídio promovido pelo governo do estado de Minas Gerais.

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