Ditadura
Paralisação caminhoneira vai no embalo da greve dos petroleiros; todas as categorias devem se unificar para apoiar a greve e expandir o movimento para todos os setores
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Viviani, conhecido como Italiano, à esquerda, ao lado de petroleiro (17/02/2020). Foto: SindipetroLP |

Da redação – Os caminhoneiros do Porto de Santos tiveram um protesto brutalmente reprimido pela Polícia Militar e pela Força Tática no início da tarde de hoje (17). O presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam), Alexsandro Viviani, foi detido durante a repressão.

Os trabalhadores já haviam anunciado que fariam uma greve de 24 horas, iniciando às 00h desta segunda-feira. As reivindicações imediatas são o fim do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os combustíveis, valor mínimo para serviços de frete e manifestando-se contra o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do cais.

A Justiça havia proibido a greve, demonstrando mais uma vez a ditadura estabelecida, particularmente pelo Judiciário, contra os trabalhadores. Os petroleiros também estão sofrendo a repressão judicial, uma vez que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que 90% do efetivo trabalhe durante e greve e impôs uma multa de R$ 500 mil por dia aos sindicatos, bem como bloqueou a receita das organizações petroleiras. Assim, destruiu o direito constitucional de greve da categoria, que, no entanto, segue paralisada – como deve ser, além da necessidade de aprofundar a greve com ocupações e piquetes.

Ontem a Justiça Federal emitiu uma liminar impedindo que os caminhoneiros bloqueassem as entradas do Porto de Santos, advindo daí a repressão policial – com bombas, inclusive – para acabar com os piquetes. Durante a madrugada, a maioria dos caminhoneiros que chegava ao Porto entendeu os motivos da greve e aderiu ao movimento, demonstrando que a paralisação é totalmente pacífica e foi brutalmente reprimida sem motivo nenhum pela polícia fascista.

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