Convênios de saúde
Convênios de saúde estão cobrando por remédios em plena pandemia, para lucrar em cima da saúde dos conveniados, mercantilizando a vida
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Sao Paulo 25 de fevereiro de 2016 remedios chema a custar 190% mais caros foto Fernanda Carvalho fotos publicas
Remédios populares | Foto: Fernanda Carvalho

Em plena pandemia do coronavírus, os convênios de saúde estão aproveitando a situação para cobrar até os remédios de seus conveniados, usando uma política para explorar a fraqueza da população e levar à falência os usuários dos planos.  Mais da metade da população brasileira não possui plano de saúde e aqueles que possuem são vítimas das companhias. Um exemplo é que desde o início da pandemia os hospitais não queriam fornecer os leitos de UTI e depois queriam cobrar.

Em São Paulo, uma paciente diagnosticada com Covid-19 teve que levar para a Justiça e ganhar para ter o direito de que seu tratamento contra a doença fosse integralmente custeado pelo plano de saúde durante a internação. Essa mulher recebeu a cobrança de R$ 20 mil, referente ao medicamento Pentaglobin, utilizado durante o período em que ficou hospitalizada e o convênio se negou a pagar o custo da medicação sob a justificativa de que o tratamento de Covid-19 não estava previsto na bula do remédio.

Casos como estes mostram que é necessário que haja uma extinção dos convênios e toda forma de cobrança da população, inclusive a de remédios, e a estatização de todos os hospitais, pois as empresas farmacêuticas mantêm um sistema que trata saúde como mercadoria, martirizando vidas em nome do lucro. A saúde não pode ser objeto de negócio e estar à mercê dos interesses e cálculos dos tubarões capitalistas. A medicina socializada deve ser entendida como um direito de todos, e os hospitais, os laboratórios farmacêuticos e a produção dos equipamentos necessários devem estar sob o controle daqueles que são os seus interessados, a população pobre e trabalhadora. Lembrando que para ter um atendimento de saúde com qualidade em um mundo capitalista deve-se ter muito dinheiro para investir, porque quando uma pessoa adoece fica mais vulnerável e frágil, então é aí que o capital as abandona, colocando as pessoas na sarjeta.

Os remédios devem ser de graça. É imperativo dar um fim aos monopólios da indústria farmacêutica. Por isso é preciso que haja mobilizações nas ruas para que possa ser derrubado este sistema capitalista onde tudo tem preço, onde os planos de saúde matam as pessoas. Com o povo exigindo seus direitos e pressionando as autoridades, pedindo pelo Fora Bolsonaro e todos os Golpistas.

 

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