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A portaria de Michel Temer sobre o trabalho escravo segue “passando pano” para escravagistas modernos e favorecendo interesses de grandes latifundiários e do imperialismo.

Nesta semana o Ministério do Trabalho revelou um dado preocupante: no ano de 2017, o primeiro sob a integral administração de Temer, o número de operações de fiscalização para a erradicação do trabalho escravo caiu 23,5% em relação a 2016.

Foram realizadas 88 operações em 175 estabelecimentos no ano passado, contra 115 em 2016. É a menor atuação das equipes de erradicação desde 2004, quando foram feitas 78 fiscalizações.

O número de trabalhadores resgatados registrou uma queda ainda pior. Em 2017 foram resgatados 341 trabalhadores em condições escravas, 61,5% de queda em relação à 2016 e o pior número desde 1998, no qual foram resgatados 159 pessoas.

O governo golpista de Temer deixa bem claro que tem um lado muito definido nesta conjuntura política, em defesa dos interesses dos latifundiários, apoiando o capital internacional e o imperialismo e relegando o Brasil à sua perpétua condição coadjuvante de fornecer matérias primas para potências do exterior.

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