Inimigo dos trabalhadores
Política dos golpistas ataca os servidores e a população
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Alinhamento politico. | Arquivo.

Seguindo à risca os planos de Jair Bolsonaro de atacar servidores, João Doria apresenta o PL 529/2020 à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), que visa extinguir 10 órgãos públicos.

Apesar do teatro no início da pandemia, João Doria (PSDB) e Bolsonaro segue com seu plano de prejudicar servidores públicos e estaduais. A PL 529/2020 apresentada Assembleia Legislativa pelo extremista Dória tem como objetivo acabar 10 órgãos públicos que, se obtiver êxito, comprometerá a execução de importantes políticas públicas aos cidadãos paulistanos. Dentre os órgãos que o Governador pretende extinguir, estão alguns que tratam de políticas fundiárias, habitacionais, de mobilidade urbana e de saúde pública do Estado, como noticiado na Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Nada de novo até então. A política de Jair Bolsonaro, João Doria e Witzel se assemelham. Tem como objetivo a destruição de tudo que já foi criado até então, entre eles impor aumento de cobrança das contribuições aos servidores públicos estaduais onde se encontram trabalhadores da educação.

O estado mínimo para a classe que mais contribui para o desenvolvimento e o estado máximo para a classe que menos devolve para a sociedade. Esse é o motivo para o qual Bolsonaro e Dória foram eleitos. Atender os interesses capitalistas. Nada mais é do que se apropriar do que é do povo, ou resumindo, um grande golpe nos servidores que prestam um serviço importante que são as políticas públicas.

A irresponsabilidade de João Doria é tão grande e prejudicial ao povo paulistano que ele pretende retirar recursos estimados da ordem de quase 1 bilhão de reais das universidades estaduais de São Paulo e de sua fundação de apoio e fomento à pesquisa científica (Fapesp). O Estado de São Paulo conta hoje com três universidades que estão entre as maiores do país (USP, Unicamp e Unesp) e, junto com o financiamento promovido pela Fapesp, promovem cerca de 40% de toda a produção científica brasileira, inclusive muitas que estão hoje voltadas e mobilizadas para o combate à pandemia do Corona vírus, como o projeto da USP de produção de respiradores.

As ideia de Bolsonaro e Doria se chocam mais uma vez e só comprovam o alinhamento de seus propósitos, que pretende causar a destruição e privatização das universidades, prejudicar as politicas públicas. Um retrocesso de tudo que já foi conquistado. Por isso é preciso a convocação em massa não só da população de são Paulo, mas do brasil contra esses ataques que servidores públicos, estaduais, estudantes e principalmente a população brasileira. É preciso se organizar e pedir o fim de governos como estes que transferem tudo que é nosso para capitalistas.

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