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Não à privatização
Petroleiros realizam hoje ato contra fechamento da Fafen-PR
Diante de todos os ataques aos petroleiros, a FUP vai discutir diversos atos na capital paranaense e uma greve nacional para defender os empregos
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Não à privatização
Petroleiros realizam hoje ato contra fechamento da Fafen-PR
Diante de todos os ataques aos petroleiros, a FUP vai discutir diversos atos na capital paranaense e uma greve nacional para defender os empregos
Foto: Rede Brasil Atual
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Foto: Rede Brasil Atual

A Federação Única dos Petroleiros (FUP), realiza hoje um ato em Araucária contra as demissões na Fafen-PR, em defesa dos direitos dos trabalhadores e da preservação dos empregos

Uma série de atos regionais e uma greve nacional contra a decisão da direção da Petrobras de desativar a sua fábrica de fertilizantes nitrogenados em Araucária, no Paraná.

Segundo o sindicato local, o fechamento da fábrica deve resultar na demissão de mil trabalhadores, sendo 396 diretos e 600 empregados terceirizados.

Além da fábrica de fertilizantes, a Petrobras também está negociando a venda da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) e da Usina do Xisto (SIX), ambas no polo de Araucária.

Diante de todas as barbaridades que vem sendo promovida pelos golpistas contra a Petrobrás é necessário iniciar uma grande mobilização.

A greve dos petroleiros pode significar a entrada em cena do poderoso movimento operário brasileiro. Ele deve ser apoiada não apenas em palavras, em discursos, mas com uma mobilização que envolva de imediato os trabalhadores das empresas estatais que estão em vias de serem privatizadas, como os Correios,os bancos públicos, centenas de empresa no âmbito estadual.

A unidade de um conjunto de categorias que estão sob o mesmo ataque é a base sobre a qual é possível erguer um grande movimento para por abaixo o golpe, pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas!!!

Não ao fechamento da Fafen Contra as demissões, é preciso ocupar a fábrica e impor o controle operário da produção.

Não as privatizações. Reestatização da Petrobras, sob o controle dos trabalhadores.

Fora Bolsonaro.