Punições e privatizações
Para impedir os ataques ao patrimônio do povo, como a Petrobrás é preciso impulsionar uma luta envolvendo o conjunto dos servidores, entidades sindicais e sociais
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Greve-dos-Petroleiros-Petrobras-Foto-FUP
foto da FUP | Foto: Reprodução

Na última terça-feira (10) a Federação Única dos Petroleiros (FUP) publicou um artigo de convocação a todas as unidades da categoria, a qual ela representa, para realizar manifestações contra a entrega da empresa, punições a trabalhadores e até demissões. O dia de luta com atos, mobilizações e atrasos em suas bases.

O artigo enumera alguns casos de punições, como na cidade de Betim, no estado de Minas Gerais, na portaria principal da Refinaria Gabriel Passos (Regap), onde quatro trabalhadores da Petrobras que são diretores sindicais foram punidos. A refinaria é uma das oito unidades de refino que o pupilo do fascista Bolsonaro, Roberto Castello Branco, atual presidente da Petrobras está privatizando. No Paraná, em duas unidades Refinaria Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, e na Unidade de Xisto (SIX), em São Mateus.

Na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro, serão distribuídos panfletos mostrando as práticas antisindicais da gestão da Petrobras, que puniu o diretor da FUP e do Sindipetro-Caxias, Luciano Santos, por ter denunciado a falta de manutenção em uma unidade da refinaria que sofreu incêndio em junho. Na Bahia, o dia de luta aconteceu na Base de Taquipe, em São Sebastião do Passé.

Conforme o sindicato dos Petroleiros da Bahia, as manifestações ocorreram com paralização de duas horas, onde teve a participação dos operários diretos, terceirizados.

Em São Sebastião de Passé, onde está localizada a base de Tapique, o governo golpista do fascista Bolsonaro está preparando, após 67 anos de exploração de petróleo daquela região, uma das maiores entrega, jamais vista na história da estatal.

O Coordenador Geral do Sindicato dos Petroleiros da Bahia, Jairo Batista, disse, na página do sindicato que, Taquipe é uma das unidades que fazem parte da base de Exploração e Produção de petróleo da Petrobras na Bahia e que foi colocada à venda, juntamente com outros 27 ativos e ainda a Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) de Catu.

“A atual gestão da Petrobras está acabando com a essa grande empresa, colocando à venda praticamente todas as suas unidades na Bahia, e não ficaremos de braços cruzados esperando que isso se concretize”, afirmou o Coordenador Geral do Sindipetro Bahia, Jairo Batista.

Jairo disse ainda que, o inimigo, ou seja, o governo Bolsonaro, bem como sua equipe econômica, no caso o neoliberal, golpista, banqueiro e ministro da economia Paulo Guedes, bem como, seu amigo Chicago Boy Roberto Castello Branco, atual presidente da Petrobras, pode ser derrotado com união, organização e disposição.
Metade da Petrobras já foi entregue aos abutres internacionais. Desde janeiro de 2019 até agora já foram abertos 48 processos de entrega dos ativos da Petrobras, o que corresponde a 2,5 processos por mês, em média, no período.

Somente os trabalhadores poderão derrotar a política de entrega do patrimônio nacional, como a Petrobras, bem como todas as estatais do país, tais como os Correios, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco Central, Casa da Moeda, etc.. Ou seja, para o fascista Bolsonaro entregar um pedaço do Brasil ou ele todo, não precisa nem mais de licitação, é só pegar e levar, principalmente depois dos homens de capa preta do Supremo Tribunal Federal (STF) liberaram o governo de qualquer licitação, onde podem entregar tudo em lotes para o imperialismo norte-americano, como no caso das 28 unidades da Bahia.

Greve para impedir a entrega do patrimônio brasileiro

A exemplo da greve de fevereiro desse ano, os petroleiros devem aprender com a experiência, ou seja, e preciso organizar o conjunto dos petroleiros, fazer um chamado a população, ao funcionalismo público em geral, pois todos estão no mesmo barco, bem como as demais organizações operárias e sociais para, de conjunto organizar a luta contra os ataques do governo Bolsonaro, impedir a entrega, reverter todas as estatizações e impedir que as demais estatais sejam privatizadas. Fora o Bolsonaro e todos os golpistas. Eleições gerais com Lula candidato.

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