Destruição da Petrobrás
Guilherme Estrella, ex-diretor de exploração e produção da Petrobrás, faz diversas críticas a condução atual da empresa.
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Petroleiros em Luta durante a Greve | Assessoria Sâmia Bonfim

Em entrevista ao jornalista William Nozaki, realizada em 03/10, o geólogo Guilherme Estrella, ex-diretor de exploração e produção da Petrobras e considerado um dos executivos de maior influência na organização da exploração do pré-sal, fez diversas críticas a condução atual da empresa e a pilhagem que o governo vem promovendo no patrimônio que a Petrobras representa para o Brasil.

Ele alerta para destruição da estrutura da empresa, que serve aos interesses do capitalismo financeiro internacional, enfraquece a estrutura produtiva nacional e ataca diretamente a nossa soberania e o controle dos recursos energéticos do país. Prova disso que, segundo palavras de Guilherme Estrella, hoje 60 a 70% dos acionistas são grupos financeiros estrangeiros. O que significa que algo em torno de 70% dos lucros é direcionado para o capital especulativo internacional e não é reinvestido no território nacional.

O geólogo ainda ressalta que essa destruição da Petrobras, e o processo de evasão de recursos nacionais, não é novidade e vem desde o governo neoliberal de Fernando Henrique Cardoso, cujo grupo está na base de sustentação do golpe antidemocrático de 2015 e é responsável por toda perturbação social do cenário brasileiro da atualidade.

A conclusão final de Guilherme Estrella é que a Petrobras não existe mais, o que sobrou é um esqueleto, muito próximo, senão idêntico ao projeto da Petrobrax de FHC.

O desmonte do patrimônio da Petrobras e a venda a preços irrisórios desse patrimônio, se iniciou no cenário pós golpe e acelerou vertiginosamente no governo fascista de Jair Messias Bolsonaro. No segundo semestre de 2019, por exemplo, a empresa anunciou lucro de R$ 18,8 bilhões, fruto não da produção e eficiência operacional da empresa, mas de um criminoso programa de desinvestimento que vendeu, a época, US$ 12,7 bilhões de ativos operacionais. Durante o 18º Congresso Nacional da Federação Única dos Petroleiros, o Confup, ocorrido em julho deste ano, a categoria discutiu e denunciou o desmonte da estrutura petrolífera nacional, principalmente a venda criminosa, e por preços muito abaixo do valor dos ativos, de mais de 10 campos no polo de Pampo e Enchova, no Rio de Janeiro.

O PCO conclama a população a denunciar diariamente nas ruas a destruição do patrimônio nacional, promovida pelo consórcio golpistas, capital financeiro internacional e fascistas que ocupam todas as esferas do Estado brasileiro. Não a venda da Petrobras e seu patrimônio! Não a submissão aos abutres do capitalismo financeiro internacional! Fora Bolsonaro e todos os golpistas!

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