Luta contra a privatização
É fundamental a unificação com a política do “Fora Bolsonaro”, para que o trabalhador tenha alguma chance de reversão contra a agenda de privatizações.
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fup
Assembleia por aclamação do Sindipetro-MG. | https://www.fup.org.br/ultimas-noticias/item/25979-punicoes-na-regap-nao-serao-toleradas-ataques-individuais-nao-derrubam-a-resistencia-coletiva

Seguindo a pauta de privatização da agenda neoliberal de liquidação e entrega do parque industrial brasileiro ao imperialismo, o governo golpista do ilegítimo presidente Bolsonaro, através da direção da Petrobrás, recrudesce sua prática contra o sindicato e os trabalhadores da Regap, e pune os dirigentes sindicais, já chegando a 4 deles, com clara disposição de quebrar qualquer resistência ao andamento do processo de entrega do patrimônio, e que se oponha ao planejado.

A FUP protesta contra esse ato arbitrário e ilegal. Ela divulgou o nome do caso mais recente: Cristiano Almeida, um técnico de laboratório da Regap, da refinaria de Minas Gerais. Cristiano, que é Diretor do Sindipetro-MG, foi suspenso por 20 dias pela gestão da Petrobrás. Os outros 3, todos cipeiros, foram punidos por conta da greve de fevereiro oito meses após terem participado do movimento.

Contra todos foram atribuídas falsas alegações, em processos completamente antidemocráticos, sem a ampla defesa e contraditório, ou qualquer resquícios ou sombra do devido processo legal, ainda que administrativamente, não tendo, o trabalhador, sequer o direitos de ficar com uma cópia das acusações, oitiva de testemunhas, gravar com o celular… Nada! Uma espécie de santa inquisição da igreja neoliberal e fascista de Bolsonaro.

Alexandre Finamori, coordenador do Sindipetro-MG, se manifestou sobre tudo isso dizendo:

“O novo gerente geral da Regap, Felipe, segue a mesma linha de perseguição e repressão sobre os trabalhadores, que já vinha sendo aplicada por Wagner, o gestor anterior da refinaria. O que eles não sabem é que esses diretores do Sindipetro MG estão respaldados pela categoria, que já deixou claro que não aceita punição individual, o ônus será coletivo. Assim como os trabalhadores, o sindicato já manifestou apoio jurídico, financeiro e político aos empregados punidos”.

Uma denúncia sobre esse ataque contra as organizações sindicais, está sendo preparada pela FUP, para ser encaminhada tanto no Ministério Público do Trabalho, quanto nos órgãos internacionais, como a OIT.  “Esperamos que o RH corporativo da Petrobrás reveja essas punições. A nossa reação será a nível nacional”, foi como se pronunciou o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar. “Querem calar a nossa voz e nós não iremos admitir isso”, afirmou o coordenador geral.  

Os principais escudos do trabalhador, a CIPA e o Sindicato, estão sendo duramente confrontados pelo governo fascista, cumprindo uma perspectiva que já vinha sendo advertida por esse Diário, cuja política, pela sua caracterização, fatalmente desembocará numa radicalização da luta de classes.

O combate aos órgão de classe do trabalhador segue o planejamento certeiro de impedir a reação das categorias que estão sendo prejudicadas pela privatização. E não tem outro jeito, já que o ataque às condições de vida do trabalhador, submetidos ao desemprego e à fome, o empurram cada vez mais para as ruas. Atacando esses órgãos, o governo pretende desorganizar o trabalhador e enfraquecer a força da força de resposta.

A tarefa que se coloca é a clara oposição a esta estratégia, mas não por medidas ineficazes como buscar a conciliação com aqueles que querem massacrar o trabalhador. Antes de se intimidar com o governo e a Direção das Empresas, a esquerda, em conjunto com os Sindicatos e demais organizações afins, órgãos da sociedade civil interessados, precisam se unir em uma pauta única capaz de colocar a classe trabalhadora nas ruas, ocupando as fábricas, e em uma greve maciça, e sem trégua contra o núcleo central da privatização no governo federal.

É fundamental a unificação com a política do “Fora Bolsonaro”, para que o trabalhador tenha alguma chance de reversão de todo o massacre ao qual fora submetido pela agenda de privatizações.

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