Após a crise total do preço dos combustíveis, os ministros do golpista Temer, desesperados, avaliam que não há formas de manter a proposta de diminuição, por mais que irrisória, nos preços prometidos para tapear os grevistas. As declarações revelam que, com a entrega da Petrobrás para privatização, os capitalista forçam os acionistas – seus capachos presidentes nas empresas – ao lucro extremo, e assim, não há como manter a diminuição diária, nem semanal e agora nem mesmo mensal. Resumindo, o preço vai voltar às alturas e quem vai pagar é o trabalhador.

A crise dentro do bloco golpista é muito grande, ficando aparente que os assessores do presidente golpista não conseguem sustentar as mentiras ditas pelo seu governo, que dentro da greve já haviam voltado a subir o preço e que agora a diminuição é “insustentável”.  

A greve mal acabou, pois ainda temos paralisações em diversos pontos do país, e, por mais que a imprensa esconda tudo isso, há um ambiente de fortes turbulências no mercado financeiro. A própria Petrobrás, que foi obrigada pela greve dos caminhoneiros a criar a regra de ajustes diários, após a queda de Pedro Parente, não consegue manter o controle sobre sua entrega golpista.

Como dissemos anteriormente, era claro que as medidas do governo eram falsas e que logo apareceriam escancaradas. Não precisamos aqui analisar números como a imprensa golpista o faz. Aqui basta dizer que a crise do mercado vai explodir, como já alertam por economistas e governantes de diversos países.

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