Contra a privatização
ANP, criada para facilitar as privatizações, no governo FHC, está impondo a entrega de ativos da estatal até o último dia de junho. É preciso impedir!
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Greve-dos-Petroleiros-Petrobras-Foto-FUP
Petroleiros em frente à Petrobras | Foto: FUP

O governo golpista do fascista Bolsonaro através da Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) está impondo para entrega imediata da Petrobras em terra e em águas rasas 54 campos de petróleo.

De acordo com o artigo do sitio da Federação Única dos Petroleiros da última terça-feira (29), os Polos de Recôncavo, Miranga, Remanso, Garoupa, Peroá-Cangoá, Merluza e Ceará Mar, deverão ser entregues até o dia 30/06/2021. Fixou ainda o prazo de 31 de dezembro de 2021 para a venda dos 15 campos dos polos de Carmópolis, Potiguar e Urucu (que não tiveram sucesso na primeira fase do desinvestimento da estatal).

Caso a Petrobras não consiga vender esses campos no prazo determinado, a ANP deixou claro que pode “iniciar o processo de extinção contratual para os campos sem produção caso conclua que não houve evolução do processo”.

Se a venda desses campos de petróleo e gás, já causa um enorme dano a nação, imagine vender esses ativos com pressa, sem esperar a melhor oferta.

O fascista Bolsonaro, bem como seus pupilos, o neoliberal, banqueiro e ministro da economia Paulo Guedes e o amigo Chicago Boy e presidente da estatal estão acelerando a entrega a toque de caixa para quem der menos, uma verdadeira pechincha aos grandes investidores na bolsa de valores e ao imperialismo internacional.

Desde agosto, que o governo e sua trupe vêm implementando a política de fim de feira, com relação à entrega dos ativos da Petrobras.

De acordo com a ANP “até o momento, dos 183 campos de terra e águas rasas colocados no processo de desinvestimento original, 100 (55%) campos foram concluídos, 54 (29%) campos encontram-se em fase avançada de negociação com manifestações das empresas, 15 (8%) não tiveram sucesso e foram incluídos em novos polos do projeto de desinvestimento da Petrobras, distribuídos entre os Polos Carmópolis, Potiguar e Urucu, e 14 (8%) estão em processo de devolução (análise para o descomissionamento ou inclusão na Oferta Permanente)”.

Conforme afirma o diretor de comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa. “problema não é porque os campos estão maduros ou têm baixa produção, o que está em jogo é uma decisão governamental de vender a qualquer custo. Mesmo que o campo de Candeias, na Bahia, por exemplo, tivesse o custo de extração de um dólar e o barril estivesse sendo vendido a 40 dólares (que daria um lucro fabuloso), mesmo assim, o campo de Candeias seria vendido”. E reforça o coordenador do Sindipetro Bahia, Jairo Batista, “o que está em jogo não é a lucratividade. O objetivo é entregar o patrimônio público e enfraquecer uma das mais importantes empresas públicas para privilegiar o capital privado e em especial o capital internacional.

É preciso impor um freio ao ímpeto do fascista Bolsonaro, parar todas as privatizações. Para que isso ocorra é necessária à mobilização de todos os representantes dos petroleiros, bem como, os representantes dos funcionários públicos de todo o país, pois o objetivo não é somente a Petrobras, mas o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Serpro, Dataprev, Correios, enfim, uma gama de outras estatais, além da mobilização da sociedade civil, movimentos sociais, etc..

Fora Bolsonaro e todos os golpistas, eleições gerais com Lula candidato

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