Pandemia
72% da população acham que as escolas só devem reabrir após a disponibilização da vacina de combate ao coronavírus
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Chales Habbdo (1)
Capa da revista semanal Charlie Hebdo: reprodução. |

Pesquisa recente realizada pelo Ibope demonstra que 72% da população acham que as escolas só devem reabrir após a disponibilização da vacina de combate ao coronavírus, segundo pesquisa divulgada pelo jornal O Globo nesta segunda (07).

O Ibope pesquisou pela internet entre os dias 21 e 31 de agosto 2.626 pessoa com mais de 18 anos e das classes A,B e C.

A pergunta aos entrevistados era se concordavam com a afirmação de que o retorno às aulas deve ocorrer somente quando houver uma vacina; este foi o resultado:

  • 54% concordam totalmente com a afirmação
  • 18% concordam parcialmente
  • 12% não concordam, nem discordam
  • 7% discordam parcialmente
  • 6% discordam completamente
  • 3% não souberam responder

Desde o fechamento em março, há a polêmica sobre o retorno dos alunos e professores à normalidade. Os governadores, João Dória, Witzel, Zema e até o esquerdista Flávio Dino, ditos “científicos”, “salvadores de vida”- conforme foram chamados por uma parte da esquerda- mais uma vez querem lançar a população à morte. Desta vez são as crianças da classe trabalhadora e a classe dos professores as vítimas de mais uma ação genocida destes governadores.

O último balanço de mortes, desta segunda (07) às 20h, aponta 315 mortos em 24h. Os dados ainda são alarmantes: 127.001 mortes e 4.147.697 de infectados pelo Brasil.

E mesmo assim querem impor o retorno do ano letivo pelo país. O estado do Amazonas, do governador Wilson Lima (PSC), por exemplo, foi o primeiro a voltar com aulas presenciais em 10 de agosto. Apenas 20 dias após esse retorno, 342 docentes foram infectados pelo coronavírus. Na Escola Estadual José Bernardino Lindoso foi registrado o maior número de infecções, com 28 casos positivos.

Como forma de se manifestar, professores entraram em greve no estado, com adesão de 50% das 123 escolas a mais uma ameaça do fascista bolsonarista da extrema-direita, Wilson Lima, que reafirma manter a volta das atividades.

E tanto o repúdio de alunos, professores e da população em geral ao retorno às aulas presenciais nesse contexto de pandemia, que nem a imprensa burguesa consegue esconder mais. Diariamente
saem nos jornais manifestos em todo o país contra a política genocida dos governadores bolsonaristas e “científicos”.  

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