Pesquisa é usada para justificar privatização da Saúde no Brasil

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Da redação – O estudo publicado, nessa quinta-feira (2), pelo CFM (Conselho Federal de Medicina), apresenta em números puros a situação precária de postos de saúde brasileiros, indicando falta de artigos básicos de higiene, como é a toalha de papel. Contudo, dentre as informações apresentadas não estão contidos as causas do problema, os locais e regiões estudadas, tampouco o período específico em que a informação foi recolhida, indicando essa como mais uma das estratégia golpista para o convencimento popular de que a privatização da saúde é necessária no Brasil. 

 A falta de critério para estudo já indica: “O critério utilizado pelo CFM para a escolha das unidades-alvo das vistorias foram escolhidas em razão de denúncias de pacientes e da imprensa, solicitações de órgãos de controle e fiscalização, como o Ministério Público, e por escolha aleatória.” Na prática, pois, as porcentagens apresentadas pelo estudo não condizem com a realidade do país, pois não se estabeleceu nenhuma forma de medição nacional da situação da saúde brasileira.

“A infraestrutura é ruim, a higiene é precária e falta até equipamentos básicos em boa parte dos 4.664 postos de saúde fiscalizados no Brasil. A conclusão é dos CRMs (Conselhos Regionais de Medicina), que visitaram ambulatórios, CAPs (Centros de Atenção Psicossocial) e, principalmente, postos de saúde, onde funcionam as UBSs (Unidades Básicas de Saúde)”, diz o estudo.

É fato que a saúde pública brasileira precise de melhorias. Contudo, não é possível se deixar enganar pelo jogo político golpista que apresenta apenas a versão mais convenientes para provar uma tese cínica e entreguista. O povo precisa lutar pela melhoria da saúde pública nas ruas, contra o governo golpista e pela liberdade de Lula. Todos a Brasília dia 15 de agosto!