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O presidente eleito Jair Bolsonaro fala à imprensa no Centro de Cultura Banco do Brasil (CCBB), sede do governo de transição, em Brasília.
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Na última segunda-feira (26) foi divulgada pesquisa do instituto MDA encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), que mostra que a desaprovação do presidente ilegítimo Jair Bolsonaro chegou a 53,7% no mês de agosto.

A mesma pesquisa indica que a avaliação negativa do governo é de 39,5%.

É perceptível, no entanto, a manipulação da pesquisa. Sendo encomendada por um órgão pertencente aos grandes capitalistas – no caso específico, do setor dos transportes -, ela obviamente puxa para o lado positivo de Bolsonaro.

Em fevereiro, apenas 28,2% da população desaprovava o governo. Curiosamente, nas ruas já era visível um índice muito maior, quando iniciava o movimento espontâneo pelo Fora Bolsonaro. Aliás, mesmo durante a campanha presidencial, as próprias pesquisas da burguesia mostravam que Bolsonaro era o candidato mais repudiado, e pouco antes do primeiro turno houve grandes protestos contra o político fascista. Bolsonaro obteve um terço dos votos em relação à população, o que mostra que a maioria da população não votou em Bolsonaro, destruindo assim o argumento de que ele teria sido eleito pela vontade popular.

No primeiro semestre inteiro aumentaram exponencialmente os atos contra Bolsonaro, diretamente contra o presidente ilegítimo e também contra todos os seus ataques sobre variados setores, como educação, direitos trabalhistas, aposentadoria, negros, mulheres, LGBTs, sem terra, etc.

O repúdio a Bolsonaro se tornou uma das principais marcas do cenário político nacional. Até mesmo a base social pequeno-burguesa de extrema-direita tem se esvaziado, com a perda de apoio a Bolsonaro.

Desde o início do mandato do presidente fascista, a imprensa tem feito de tudo para esconder a sua impopularidade. Os institutos de pesquisa demoraram para publicar qualquer levantamento sobre os primeiros meses de seu governo, sabendo que a popularidade de Bolsonaro já estava completamente em baixa.

Esta nova pesquisa da CNT, portanto, vem depois de todos já saberem da imensa insatisfação popular contra Bolsonaro, incluindo a exigência do povo por sua queda. Além disso, como se vê nas ruas, com manifestações massivas por todo o País em maio, junho, julho e agosto, como se vê todos os dias no contato com a população, não são somente 53,7% dos brasileiros que desaprovam Bolsonaro. É muito mais do que isso. E não é apenas “desaprovação”, mas uma repulsa completa, expressa em frases como “Ei Bolsonaro, vai tomar no c*” ou “Ai, ai, ai, ai, Bolsonaro é o ‘carai’”, que são apenas formas mais populares e divertidas de dizer “Fora Bolsonaro” – palavra de ordem que, expressa exatamente dessa forma, foi vista em várias manifestações por todo o País nos últimos meses.

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