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Lima,  (Prensa Latina) A Confederação Geral dos Trabalhadores do Peru (CGTP) ratificou hoje uma greve para a quinta-feira próxima, depois de condenar sua virtual ilegalidade disposta pelo Ministério do Interior.

 

O secretário geral da CGTP, Gerónimo López, qualificou de antidemocrática, ditatorial e a soberba a decisão da direção do Ministério do Interior de negar garantias constitucionais para a realização do protesto.

Assinalou que a disposição equivale à proscrição e viola a Constituição e as normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

López contrastou a medida oficial com a tolerância a uma recente mobilização de elementos religiosos e políticos conservadores contra o enfoque de igualdade de gênero na educação. ‘Quando se trata dos trabalhadores, ameaçam com a repressão policial’, disse.

‘Com garantias ou sem elas -agregou- a greve unitária nacional, cívica e popular se realizará de qualquer jeito’ na quinta-feira, com a participação de outras centrais sindicais e organizações da sociedade civil, agrárias e regionais e partidos contrários à continuidade neoliberal.

A greve recusa uma norma do telefonema político de competitividade aprovada pelo Governo, que pretende estender as outras áreas um regime trabalhista com direitos reduzidos que regem no setor agrário.

O líder da CGTP assinalou que reduzir nos dias de férias, eliminar a reposição de despedidos injustamente, modificar os mecanismos de contratação e outras medidas atentam contra os trabalhadores.

Disse que a jornada da greve se caracterizará por mobilizações que, apesar da negação de garantias, se propõem chegar ao palácio do Governo e ao parlamento, zonas vedadas para os protestos.

O empresário Eduardo do Campo, dirigente da Sociedade Nacional de Indústrias, defendeu o telefonema reforma trabalhista decretada pelo Governo e recusada pelo movimento sindical.

No entanto, o ex-vice-ministro do Trabalho Alfredo Villavicencio expôs que a política de redução de direitos trabalhistas se aplica há três décadas e não tem conseguido os alegados objetivos de melhorar a produtividade, formalizar o emprego e só tem empobrecido os trabalhadores.

* Os artigos reproduzidos não expressam necessariamente a posição deste diário ou do Partido da Causa Operária
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