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FelipeSantaCruz
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A Petrobras cancelou o contrato com o escritório de Felipe Santa Cruz, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ao lhe enviar comunicado na última terça-feira (06).

Seu escritório atuava em causas trabalhistas e favorecia a empresa contra os interesses dos trabalhadores, mas mesmo assim teve o contrato cancelado uma vez que Santa Cruz se chocou diretamente com o presidente ilegítimo Jair Bolsonaro na semana passada.

Bolsonaro, criticando a OAB – que não é nenhuma organização de vanguarda popular, como a própria atuação do escritório de Santa Cruz comprova – disse que poderia revelar como o pai de Felipe, Fernando Santa Cruz, havia morrido durante a ditadura. Depois, afirmou que ele foi assassinado pela própria organização da qual fazia parte, a Ação Popular.

Os documentos da própria Comissão da Verdade, no entanto, comprovam que foram os militares que assassinaram Fernando, desmentindo o presidente fascista.

Desde então, Bolsonaro e seus seguidores têm atacado tanto Felipe – que reagiu denunciando as mentiras sobre os crimes da ditadura – como a Comissão da Verdade. Vários membros da Comissão, por exemplo, estão sendo substituídos por aliados de Bolsonaro, dentro do PSL e das Forças Armadas.

O fim do contrato da Petrobras com o escritório de alguém que se transformou em inimigo de Bolsonaro demonstra como ela, atualmente, é controlada por bolsonaristas, que tentam entregá-la totalmente a seus patrões imperialistas dos grandes monopólios petrolíferos.

Trata-se, portanto, de um aparelhamento político por parte da extrema-direita, a mesma que sempre acusou – geralmente de maneira absurdamente falsa – a esquerda (PT) de “aparelhar” as instituições do Estado e os órgãos ligados ao governo.

É o uso da Petrobras, bem como de diversos outros organismos estatais, para fins políticos fascistas, da mesma forma como Hitler fez na Alemanha, Mussolini na Itália ou Pinochet no Chile.

Além de entregar a companhia que se transformou em maior patrimônio do governo brasileiro (embora há tempos ela não fosse realmente estatal), Bolsonaro faz uma limpeza política no interior da empresa justamente para facilitar a sua destruição e venda para os monopólios.

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